Blog do Marcel Capretz


AVALIAÇÃO - PAPER FINAL

Nós não somos consumidores de mídia. Somos consumidos por ela. Suas tendências, seus interesses e suas ideologias são absorvidas de uma tal maneira que incoscientemente carregamos conosco tudo que ela impõe. E a mídia impõe mesmo.

A publicidade faz o papel dela que é vender idéias e conceitos. Porém, esses conceitos carregam não só produtos. Há um impasse social gerado pela necessidade em se adquirir tudo o que é proposto. Quem tem, quer ter mais e o mais caro. Quem não tem, se remoe. E nunca é demais lembrar que que não são só os maiores conglomerados midiáticos do mundo dependem quase que exclusivamente da verba publicitária.

E não podemos jamais falar de mídia e poder sem falar na questão publicitária. O poder financeiro é maior do que qualquer poder. Ou melhor, é o maior poder. E isso fica claro na relação com a mídia.

Diferenças de pontos de vista sempre vão existir. E isso não é exclusividade midiática. Podemos observar a tendência na superficialidade em todos os segmentos. Percebe-se a dificuldade em se conectar as idéias e buscar a fundo a verdade. O que existe são poucas verdades e muitos "achismos".

Trazendo para a nossa disciplina de Pós-Graduação foi muito interessante acompanhar os seminários sobre diversos temas de comunicação feito pelos colegas. Porém, foi mais do que válido estudar, pesquisar e apresentar aos colegas como foi a cobertura da mídia no caso do PCC em 2006. Analisamos socialmente os impactos de uma avalanche de matérias e buscas incessantes por novidades a cada instante. Isso gerou um medo poucas vezes visto no Brasil. E pensar que no decorrer do curso, tivemos uma aula "prática e ao vivo" com o caso Isabela Nardoni do caos social que a mídia pode proporcionar.

Tudo porque a mídia tem força. A mídia ensina e alivia tensões. Alivia frustrações. Tanto psicológicas quanto financeiras. Não a toa os maiores consumidores da programação televisiva são das classes sociais mais baixas.

Zygmunt Bauman tem o excelente conceito de "Modernidade Líquida" que define a agilidade, das operações velozes, a flexibilidade e a leveza do tempo atual. Se pensa em produzir e consumir. Quanto mais, melhor.

 

Bibliografia:

MORAES, Dênis de (org.). Por uma outra comunicação. Rio de Janeiro: Record, 2004

HOHLFELDT, Antonio. "Hipóteses contemporâneas de pesquisa em comunicação". In: HOHLFELDT, Antonio,

MORIN, Edgar. A cabeça bem-feira: repensar a reforma, reformar o pensamento. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001.

 



 Escrito por Marcel Capretz às 20h35 [] [envie esta mensagem]






A FORÇA DOS CORINTIANOS

O Corinthians não tem um time brilhante. Tem bons jogadores, é verdade. Tem também um técnico que entendeu bem que está representando uma nação, Uma nação que, independentemente da fase, cobra raça e vontade de vencer.

Desses bons jogadores, Mano Menezes fez um time bom. Começando pela defesa que pode jogar com dois ou com três zagueiros que mantém uma incrível regularidade. Carlos Alberto, lateral-direito improvisado, não é um jogador brilhante. Mas tem como característica o que o corintiano mais admira: força de vontade! André Santos, sim, é acima da média.

No meio-de-campo, Fabinho vem desempenhando um importante papel. De jogador desprestigiado na França, ele vem sendo o líder e o organizador que o time tanto precisava. Lulinha deixou pra trás as críticas e também os mimos do passado e entendeu que só será valorizado de verdade se desempenhar um bom papel dentro de campo. Dentinho tem qualidade. Se aparar algumas arestas, pode começar a sonhar em se destacar nos maiores times europeus. Herrera venceu a desconfiança e além da garra vem fazendo o que mais dele se espera: gols.

Todos esses aspectos, alem da força da camisa do Corinthians vão faze-lo campeão da Copa do Brasil. Mano Menezes, com o vice-campeonato da Libertadores no ano passado pelo Grêmio, já se firmou de vez como um técnico top. Os feitos deste ano com o Corinthians, que não parar apenas na conquista da Copa do Brasil, vão consolida-lo de vez como um dos melhores treinadores do país.



 Escrito por Marcel Capretz às 16h23 [] [envie esta mensagem]






COLUNA SOBE E DESCE

SOBE

 

CORINTHIANS

 

Além de estar muito bem no Campeonato Brasileiro da Série B, o Timão inicia nesta quarta-feira a disputa da decisão da Copa do Brasil contra o Sport. Estar a dois jogos da Libertadores de 2009 é muito mais do que o torcedor corintiano poderia esperar. Mérito ao elenco e também ao técnico Mano Menezes que soube se adequar a realidade do clube e ir além do que todos esperavam.

 

DESCE

 

SANTOS

 

A saída de Emerson Leão deixa o Santos em uma situação complicada. É verdade que muitos jogadores não gostavam do ex-treinador santista. Porém, é inegável que Leão fez um bom trabalho. O Santos não tem elenco. Mas tem um bom time. Não dá para disputar o Campeonato Brasileiro em pontos corridos pensando em título. Mas até poderia ter ido mais longe na Libertadores.



 Escrito por Marcel Capretz às 16h22 [] [envie esta mensagem]






PERSONAGENS

PÁRA OU NÃO PÁRA?

 

Edmundo marcou o gol que conseguiu levar o Vasco da Gama à decisão por pênaltis contra o Sport pelas semifinais da Copa do Brasil. Porém, na disputa, Edmundo perdeu o pênalti que eliminou o Vasco. Abalado, ele anunciou a aposentadoria no dia seguinte. O presidente vascaíno, Eurico Miranda, disse que Edmundo não vai se aposentar. E agora? Ele pára ou não pára?

 

O MELHOR DE TODOS!

 

Gustavo Kuerten é o maior tenista brasileiro de todos os tempos. Ele parou de jogar oficialmente no último final de semana. Não porque quis. Mas sim porque não tinha mais condições físicas. Dificilmente, alguém chegará ao mesmo patamar de Guga no Brasil. Saudações a um eterno ídolo!



 Escrito por Marcel Capretz às 16h21 [] [envie esta mensagem]






Estoura no lado mais fraco

O técnico Giba errou ao assumir o Ipatinga.

Não sei se ele errou ao deixar o Paulista de Jundiaí.

Depende do ponto de vista.

Mas o Ipatinga ainda não tem estrutura de Série A.

Subiu no ano passado, graças ao excelente trabalho do técnico Emerson Ávila (hoje no Barueri) que soube agregar experiência com bons valores.

Não sei em qual rodada, mas Giba vai sair do Ipatinga.

Não por culpa dele.

Mas alguém terá que pagar o pato...



 Escrito por Marcel Capretz às 22h54 [] [envie esta mensagem]






Palmeiras esbarra na arrogância contra a Lusa

O Palmeiras achou que mataria a partida contra a Portuguesa no Pacamebu a hora que quisesse.

Não foi bem assim.

No primeiro tempo, o time de Vanderlei Luxembrugo sobrou.

Denilson jogou muito. Se movimentou pelos lados do campo, confundindo a defesa da Lusa.

Aos 20 minutos, o zagueiro David, que vem colocando Gustavo no banco, apareceu bem na área e marcou.

Alex Mineiro, aos 33, perdeu um penalti que não foi, "sofrido" por Denilson.

No segundo tempo, a Portuguesa veio cheia de gás.

Passivamente, o Palmeiras apenas assistiu o adversário jogar.

Pierre cansou.

Martinez já não auxiliava tão bem o lateral-esquerdo Leandro e Leo Lima reviveu os seus dias de "chinelinho".

Aí apareceu o excelente Diogo da Portuguesa.

Ele empatou a partida aos 13 minutos do segundo tempo.

Mesmo com os jogadores palmeirenses tendo mais qualidade que os lusitanos, eles não tiveram no Pacaembu a mesma garra dos adversários.

E no final quase a Portuguesa virou o jogo.

Mérito para a entrega dos jogadores lusitanos e demérito para a arrogência do Palmeiras.  



 Escrito por Marcel Capretz às 20h27 [] [envie esta mensagem]






São Paulo fica apenas no empate com Coritiba

O São Paulo começou jogando melhor no Morumbi.

O lado direito com Zé Luis e, pasmem, Joílson funcionava melhor do que o esquerdo.

Inclusive, é válido destacar: Muricy Ramalho quebrou o São Paulo em 2008 ao colocar Fábio Santos no time.

Richarlyson, jogador mediano, mas que pelo condicionamento físico atua com maestria no meio-de-campo, teve que ir para a ala esquerda para Fábio Santos entrar no time.

Voltando ao jogo, mesmo melhor na partida, o Tricolor sofreu o gol aos 14 minutos do primeiro tempo.

Rubens Cardoso (aquele!) marcou.

O São Paulo, diferentemente do que se esperava, não se abteu.

Tanto que empatou logo, aos 26 minutos, com Borges.

Aloísio jogou muito no primeiro tempo. Brigou, armou e finalizou.

No segundo tempo, o time todo do São Paulo caiu.

A eliminação na Libertadores pesou.

Os jogadores não tinham forças para empatar.

E no final, se não fosse o árbitro, o Coritiba poderia marcar o segundo.

Alex Silva fez pênalti em Rubens Cardoso.

Nada foi marcado.

O Coritiba tem um bom time; Michel, ex-Guaratinguetá, é um grande jogador.

Ao São Paulo, resta juntar os cacos, e lembrar que se não for bem no Brasileiro, em 2009 não tem Libertadores (desde 2004, o time está em todas as Libertadores).

Se algo não for mudado, isso tem grandes chances de acontecer.

 



 Escrito por Marcel Capretz às 18h26 [] [envie esta mensagem]






O fim de um ciclo no São Paulo

A maioria das coisas na vida é cíclica. Não todas. Mas a maioria é. Se
trouxermos isso para o futebol, então, essa maioria se torna
esmagadora. Coloco isso para explicar o que está acontecendo com o São
Paulo.
Um ciclo vitorioso, de conquistas e em que a auto-estima do torcedor
são-paulino foi resgatada, está chegando ao fim. A eliminação na
Libertadores, semana passada, foi um dos últimos capítulos de uma fase
que começou em 2003, quando o técnico Osvaldo Oliveira deixou o
tricolor.
O chileno Rojas, então preparador de goleiros, assumiu o time e foi
ele quem classificou o São Paulo para a Taça Libertadores de América
de 2004. A partir daí, Cuca, Emerson Leão, Paulo Autuori e Muricy
Ramalho deram seqüência a uma equipe determinada, guerreira, sólida na
defesa, com um meio-de-campo brigador e com alas fortes no apoio que
conquistou simplesmente dois Campeonatos Brasileiros, um Paulistão,
uma Libertadores e um Mundial.
Mas esse ciclo está chegando ao fim. O São Paulo não apresentou neste
ano nada que lembrasse o time vitorioso dos anos anteriores. Culpa da
diretoria que não soube contratar corretamente como antes e até do
treinador que não conseguiu dar um padrão tático ao que tinha em mãos.
Muricy Ramalho participou muito bem dessa fase maravilhosa que ficará
para sempre na história tricolor. Porém, hoje, ele já não conseguirá
mais dar frutos ao clube. Talvez, Muricy não saia imediatamente pelo
simples fato de não haver bons nomes no mercado. Mas o São Paulo só
voltará a ser vencedor no médio prazo. Um novo ciclo tem que começar.
Sem Muricy Ramalho.



 Escrito por Marcel Capretz às 18h06 [] [envie esta mensagem]






E-MAIL MANDADO, E-MAIL POSTADO

From: Guilherme Cardoso
To: Marcel Capretz
Date: Sat, 24 May 2008 09:35:48 -0300 (ART)
Subject: Fim da era tricolor??

Capretz, acompanho seutrabalho pela 105 e tb pelo site do futebolinterior, porém não concordo que :
 
1º o futebol é ciclico ( ou qualquer outra coisa)
Isso é uma bobagem tudo sempre sera diferente, o uruguai é exemplo disso, e mesmo dentre as coisas que se parecem os momentos são totalmente diferentes, ou o santo andré voltara a ganhar a copa do brasil, ou o paulista, não!!! ou pode ser mas nada tera a ver com ciclos. Mas as grandes equipes sempre estão brigando pelos primiros lugares. Só uma mal gestão pode levar a uma trageida de um grande, timão, flu na terceira, botafogo, bahia, e tantos outras mal adminitrados.
 
2º Não acho que o muricy não tenha mais capacidade de fazer este time ganhar, ou que o tricolor só voltara a vencer a medio prazo. Penso que como os ajustes que aontecerão na janela do meio do ano, o sampa, tem grandes chances de fazer um bom brasileirao e voltar a libertadores, e ate brigar pelo titulo. PQ?? O tricolor é um clube organizado, e nao me lembro nos ultimos 15 anos de o sampa nao ter bons times sempre chegando, desde 92 o sampa chegou, não ganhou, verdade, mas chegou. O time que tinha Dodo , aristizabal, frança, tinha já o rogerio, time que ganhava muito, chegava sempre, mas nao era campeao. Mas ser o primeiro é mero detalhe, importante, mas um detalhe, isso não é fruto so de um bom trabalho e tb de  sorte, de competencia, de experiencia de momento. Diferente da maioria dos times o tricolor sempre esta brigando por titulos, e assim ficara na minha visao, pois demonstrou sua organizaçao durantes os ultimos anos, uma derota no ultimo minuto, nao pode ser o fim de um ciclo.( se podemos falar em ciclos)
 
3º O tricolor realmente se preciptou nas suas contrataçoes, porém se vc fosse dirigente e tivesse a oportunidade de contratar, adriano, carlos alberto, fabio santos, nao os contrataria??? Penso q o tricolor perdeu sua identidade dentro de campo, nunca vi o rogerio tão quieto, tao preparado para perder, o time tao distante, sem um conjunto e ate o muricy mais nervoso do que o normal. Nao substituiram os jogadores com caracteristicas dos que se foram, desde o danilo, mas entraram num oba oba pra fazer do sampa um time de estrelas, coisas que nunca foi, o sampa sempre revelou, fez jogadores crescerem,nunca teve, desde o dia que torço pro tricolor, um time de estrelas.Assim penso que o derota para o flu, foi uma tragedia, pois foi no ultimo minuto, mas não o fim de um trabalho que começou as mais de 15 anos, que nem sempre acaba em titulos, mas em boas campanhas, coisa que me parece que nem a imprensa nem a torcida percebe. È o caso do kaka, a torcida nao via o craque que ali estava um jogador com tecnica velocidade chute, passe, cabeceio, um jogador completo, e a torcida pediu para ele sair por que nao ganhou titulos.
 
O que o sampa tem que fazer  e vai fazer , é compor o elenco nas suas carencia, volante, lateral esquerdo, um zagueiro e pricipalmente um meia, mas nada de jogador que chegue par ser o cara , nao, tem q vir para somar, craque no sampa só o rogerio, quando tudo isso passsar pode ter certeza que daqui alguns meses ou ate mesmo ano que vem quem vai dar sendo ovacionado pela torcida e imprensa sera o rogerio. Bom e o adriano que em duas semanas, todo mundo falava que ele resolvia, que era o craque da libertadores, provou que ele nao resolve sozinho, e o seu gol foi gol do aloisio pela jogada, e mais uma vez a imprensa , no geral, errou em levar o adriano do ceu ao inferno em um mes. Pode te certeza que o smapa, e o muricy ainda vão voltar a libertadores, e o time voltara a vencer com algumas peça que ai estao e com alguns que surgiram. Parabens pelo tabalho acompanho sempre a 105, concordo com seus comentarios na grande maioria, mas com este ciclo não blzz....
manda um abraço para todos da 105 e bom tarbalho..
so me responda uma pergunta o q aconteceu co o Weber lima?? blz..ate mais...



 Escrito por Marcel Capretz às 18h06 [] [envie esta mensagem]






"Supernanny" do SBT leva soco de menino de 4 anos

A educadora Cris Poli, que interpreta a babá do programa "Supernanny", do SBT, levou um soco de uma criança visitada pela atração.

O menino Victor Hugo, de apenas quatro anos, bateu na educadora, informou o SBT. A cena vai ao ar no episódio que será exibido neste sábado (17), às 20h. A emissora disse que o menino pega facas e objetos cortantes e aponta para quem decide enfrentá-lo.

O garoto tem um irmão, Caio Lucas, 3, que segue os passos do primogênito na indisciplina. A emissora informou ainda que a babá soube conduzir a agressão com "muita didática".

Os dois meninos são filhos da guarda civil Maria Amélia, que afirmou à atração não saber mais "o que fazer para lidar com a indisciplina" dos dois filhos. Amélia é divorciada e vive com a mãe. A avó dos pequenos reclama que os netos "estão destruindo" sua casa.

Cerca de 25 mil famílias se inscreveram para receber a visita da educadora, informou o SBT. O reality show já visitou 40 famílias.



 Escrito por Marcel Capretz às 20h13 [] [envie esta mensagem]






Jô Soares "burla" estratégia da Globo de proteger Ronaldo

Jô Soares quebrou ontem de madrugada, no "Programa do Jô", a estratégia da Globo de proteção ao atacante Ronaldo. A informação é da coluna Outro Canal, de Daniel Castro, na Folha desta quinta-feira (15), que está nas bancas.

O conteúdo completo da coluna é exclusivo para assinantes UOL e Folha.

"Ele [Ronaldo] podia se apaixonar por umas travestis mais bonitinhas, não podia?", soltou Jô durante uma entrevista.

Ainda na Folha de hoje, a colunista Mônica Bergamo informa que o atacante Ronaldo mandou buscar a namorada, Bia Antony, em um jato particular, em Brasília, para que os dois se encontrassem no Rio.

De acordo com Bergamo, ela estava dando um gelo nele depois do escândalo dos travestis. O conteúdo completo da coluna Mônica Bergamo é exclusivo para assinantes UOL e Folha.



 Escrito por Marcel Capretz às 20h12 [] [envie esta mensagem]






Sergio Mallandro diz que João Kléber "capitalizou" suas invenções

O músico João Gordo visitou a casa do apresentador Sergio Mallandro para uma edição de seu programa "Gordo Visita", na MTV.

No bate-papo entre os dois, Mallandro contou que a apresentadora Xuxa teve que "empurrar muito" sua "moto enguiçada" no começo da carreira dos dois.

Em uma declaração polêmica, o apresentador afirmou também que João Kleber "capitalizou muito" em cima de invenções suas e cita o quadro "Teste de Fidelidade" como exemplo.

João Gordo e o apresentador ainda aproveitaram o encontro para relembrar sucessos de Mallandro na TV, como os programas "A Porta dos Desesperados" e "A Casa dos Desesperados" e o hino trash "Vem fazer Glú Glú".

O "Gordo Visita" com Sergio Mallandro vai ao ar na próxima segunda-feira (19), às 23h30.



 Escrito por Marcel Capretz às 20h11 [] [envie esta mensagem]






Radialista Antônio Carvalho morre vítima de leucemia em São Paulo

O radialista Antônio Carvalho, 62, morreu vítima de leucemia às 4h deste sábado no Hospital Alvorada, em Moema (zona sul de São Paulo). O profissional, que trabalhava na rádio Bandeirantes, estava internado desde o início de abril.

O velório começou ao meio-dia no cemitério e crematório Horto da Paz, em Itapecerica da Serra (Grande São Paulo). O enterro está marcado para as 17h deste sábado, no mesmo local.

Natural de Lavras (MG), Antônio Carvalho começou a trabalhar em rádio aos 13 anos, quando foi repórter da rádio Cultura de Lavras. Em 1968 mudou-se para São Paulo, com o objetivo de se formar em Direito e trabalhar na rádio Bandeirantes.

Atuou na Jovem Pan até setembro de 1969, quando entrou para a equipe da Bandeirantes no programa "Titulares da Notícia".

Desde então, apresentou na rádio diversos programas como o "Freqüência Balançada", o vespertino "Acontece" e o ainda no ar "Ciranda da Cidade", até chegar nos que apresentava atualmente: "Arquivo Musical", desde o início da década de 70, e "Grande Sampa", desde 2001.

Nos últimos anos a leucemia o afastou diversas vezes do trabalho de radialista, até que no dia 8 de abril Antônio Carvalho apresentou pela última vez o noticiário da madrugada "Grande Sampa". Na ocasião, já estava debilitado pelo tratamento da doença e teve que ficar internado



 Escrito por Marcel Capretz às 20h10 [] [envie esta mensagem]






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O que era bom, ficou ainda melhor. O tradicional programa esportivo de TV, FUTEBOL ESPORTE SHOW COM MARCEL CAPRETZ, ganhou novo cenário, nova roupagem e novos quadros.

O programa Futebol Esporte Show, apresentado pelo jornalista Marcel Capretz, que também é apresentador da 105 FM e repórter da TVB, afiliada do SBT, vem se destacando pelos debates coerentes e pelas discussões sobre o mundo do futebol. Sempre contando com importantes comentaristas, a atração faz uma abordagem coerente e profunda de tudo o que circunda os bastidores do esporte mais popular do Brasil
 
. Outro destaque da atração é a interatividade; nenhum outro programa de TV faz o que o Futebol Esporte Show faz; através de três linhas, o telespectador tem a chance de participar ao vivo do programa, intervindo nas discussões e fazendo perguntas aos convidados.

"A interatividade é hoje o caminho da mídia e quem investir nisso, com certeza, sai na frente dos demais", afirma Valeria Angeli, coordenadora do curso de jornalismo da Unip de Jundiaí e que em outubro do ano passado dedicou uma palestra de duas horas aos seus alunos para falar do formato com que o Futebol Esporte Show é produzido e apresentado.

E como o programa sempre foi de vanguarda, não só torcedores de
Jundiaí tem a oportunidade de acompanhá-lo. Ciente de que a
convergência de mídia é o caminho, o Futebol Esporte Show é o primeiro programa esportivo de São Paulo a ser transmitido pela internet, através do site Futebol Interior(www.futebolinterior.com.br).

"O programa tem muita qualidade e credibilidade e internautas não só do Brasil, como do mundo todo o acompanham pelo site", disse Elcio Paiola, diretor do Futebol Interior.

O Futebol Esporte Show vai ao ar toda segunda e terça-feira às 20 horas na TV Japi, canal 3 da NET. O contato com a produção e com o departamento comercial do programa pode ser feito pelo número (11) 9632-2201.
 
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 Escrito por Marcel Capretz às 14h56 [] [envie esta mensagem]






O que será do futuro do Paulista?!

O fato de o técnico Giba não ter aceito a proposta do Paulista para
permanecer em Jundiaí pelos próximos três anos, conforme queria a
diretoria, abre um precedente perigoso.
Giba ouviu e entendeu bem o projeto que o Campus Pelé tem para o
clube. O treinador gostou, mas pediu um time competitivo já para o
Campeonato Brasileiro da Série C deste ano. Giba não entra para
perder. Ele não começou ontem no futebol para esperar algo que promete
dar frutos apenas daqui alguns anos e não no presente; não é isso que
ele e nem a coletividade jundiaiense quer. Categoria de base, centro
de treinamento para garotos, trabalho multidisciplinar; tudo isso é
maravilhoso, mas não dá títulos nem acessos no curto prazo.
Durante a semana, Giba declarou que estava tudo definido para
continuar no Paulista. Na última sexta-feira mudou de opinião e
decidiu ir para o Ipatinga. Será que o treinador sentiu que não teria
o suporte necessário para formar um time que objetivamente entre para
subir para a Série B do Campeonato Brasileiro? Se for perguntado,
claro que irá declarar oficialmente que não é isso. Mas...
O atual momento do Paulista é decisivo para a definição do que será do
clube pelos próximos anos. A diretoria tem nas mãos a chance de
mostrar que o rebaixamento do ano passado foi apenas um acidente. O
técnico a ser escolhido e, principalmente, as contratações de
jogadores devem ser criteriosas. Desde 2001, o Paulista não forma um
time para a disputa da terceira divisão. Há particularidades. Se o
time não for formado com muito cuidado, temo dias terríveis em Jayme
Cintra. A Série C deste ano é classificatória. Série D é mais do que o
fundo do poço.
Que a saída de Giba não faça o Paulista perder a direção. A diretoria
tem que trazer para si a responsabilidade. De repente, o que pode ser
feito neste ano não poderá ser no ano que vem.

 Escrito por Marcel Capretz às 20h57 [] [envie esta mensagem]






SÃO PAULO X PALMEIRAS

Verde na frente

O Palmeiras é favorito hoje diante do São Paulo. Ou melhor. O time de
Vanderlei Luxemburgo é o grande favorito para vencer o Campeonato
Paulista. Não é cedo para falar que o Palestra tem pinta de campeão. E
não fica só na pinta, não.
Os laterais do Palmeiras, Elder Granja e Leandro, marcam bem e atacam
com eficiência (Leandro vinha mal no ano passado e Luxemburgo deu um
'jeito' nele); Léo Lima como volante é a grata surpresa e Alex Mineiro
achou em Kléber o seu companheiro ideal de ataque. Sem falar, é claro,
de Valdívia que, com a cabeça no lugar (sem trocadilhos), é um dos
melhores jogadores em atividade do futebol brasileiro.
E a supremacia alviverde fica ainda mais evidente, se comparada com o
trágico momento são-paulino. O tricolor só vai conquistar algo neste
semestre se os jogadores se fecharem, se unirem. No que depender da
diretoria e até da comissão técnica, o primeiro semestre de 2008 será
igual ao de 2007.  O planejamento do São Paulo para esta temporada
lembrou àqueles feito pelas administrações tricolores no final da
década de 90. Abruptamente, mudou-se a postura de trazer jogadores
'carregadores de piano' e de grupo para trazer os tais 'bad-boys'. As
outras contratações também foram abaixo das expectativas; jamais
poderiam ter vindo jogadores do estigmatizado Botafogo. Para piorar,
Muricy está perdido e não acha uma forma de o time jogar.
A soberba dos dirigentes são-paulinos pode ser compensada, como já
mencionei, pela força dos jogadores, impulsionada principalmente pelo
quarteto Rogério Ceni, Miranda, Hernanes e Jorge Wagner. Caso
contrario, recomendo que os palmeirenses passem na banca mais próxima
e já comprem a faixa de campeão.



 Escrito por Marcel Capretz às 20h56 [] [envie esta mensagem]






Futebol Esporte Show muda cenário, volta a internet e sorteia camisa do Paulista

O tradicional programa de esportes da TV Japi terá a partir desta semana uma nova roupagem, voltará a ser transmitido pelo site Futebol Interior e você é quem pode ganhar uma camisa do
Paulista

O que era bom, vai ficar ainda melhor. A partir desta segunda-feira, o programa Futebol Esporte Show iniciará uma nova fase. O tradicional programa esportivo de TV de Jundiaí ganhará novo cenário, (produzido
pelo arquiteto Fábio de Oliveira), nova roupagem e novos quadros.
E já de cara, você, telespectador, leitor e internauta saem ganhando:
escrevendo agora no e-mail: futebolesporteshow@yahoo.com.br você
concorre a uma maravilhosa camisa oficial do Paulista de Jundiaí.
O programa Futebol Esporte Show, apresentado pelo jornalista Marcel
Capretz, que também é apresentador da 105 FM e repórter da TVB,
afiliada do SBT, vem se destacando pelos debates coerentes e pelas
discussões sobre o mundo do futebol, principalmente das coisas do
Paulista. Sempre contando com importantes comentaristas, a atração faz
uma abordagem coerente e profunda de tudo o que circunda os bastidores
do Estádio Dr. Jayme Cintra. "Gosto muito do programa; tudo o que é
falado no Futebol Esporte Show repercute bastante", afirma o
vice-presidente do Paulista, Luiz Roberto Raymundo, o Pitico. Outro
destaque da atração é a interatividade; nenhum outro programa de TV
faz o que o Futebol Esporte Show faz; através de três linhas, o
telespectador tem a chance de participar ao vivo do programa,
intervindo nas discussões e fazendo perguntas aos convidados. "A
interatividade é hoje o caminho da mídia e quem investir nisso, com
certeza, sai na frente dos demais", afirma Valeria Angeli,
> coordenadora do curso de jornalismo da Unip de Jundiaí e que em
outubro do ano passado dedicou uma palestra de duas horas aos seus
alunos para falar do formato com que o Futebol Esporte Show é
produzido e apresentado.
E como o programa sempre foi de vanguarda, não só torcedores de
Jundiaí tem a oportunidade de acompanhá-lo. Ciente de que a
convergência de mídia é o caminho, o Futebol Esporte Show é o primeiro
programa esportivo de São Paulo a ser transmitido pela internet,
através do site Futebol Interior (www.futebolinterior.com.br). "O
programa tem muita qualidade e credibilidade e internautas não só do
Brasil, como do mundo todo o acompanham pelo site", disse Elcio
Paiola, diretor do Futebol Interior. O Futebol Esporte Show vai ao ar
toda segunda e terça-feira às 20 horas na TV Japi, canal 3 da NET. O
contato com a produção e com o departamento comercial do programa pode
ser feito pelo número (11) 9632-2201.

>

 Escrito por Marcel Capretz às 17h09 [] [envie esta mensagem]






Casão!

Alguns posts abaixos, vocês vão ver uma matéria sobre o Casagrande.

Para quem não teve ciência, a Revista Placar deste mês traz uma matéria que expõe o drama do ex-jogador.

Casão não consegue se livrar das drogas.

Tenta, tenta, mas o vício é maior.

Muita gente criticou a revista por achar que ele não deveria ser exposto da maneira que for.

Eu discordo.

Uma matéria como essa, de repente, pode até judá-lo!

Força, Casão!



 Escrito por Marcel Capretz às 15h26 [] [envie esta mensagem]






Os desvios da mídia - e do público

O que os americanos acham do jornalismo americano? E nós com isso?
Por suas inconsistências, que levam a pensar que os consumidores de informação muitas vezes são juízes tão pouco isentos como seriam, segundo eles, os produtores a quem criticam, e pelas comparações que permitem estabelecer com o Brasil – a um observador brasileiro, naturalmente –, as respostas mais do que justificam a leitura de um dos três relatórios especiais que fazem parte da monumental edição de 2008, do State of the News Media, divulgada duas semanas atrás.
O relatório especial se intitula “Atitudes do Público”. Contém uma notícia má e outra, menos má. A primeira é que a maioria dos americanos acha que a imprensa é politicamente enviesada, e que as suas matérias são freqüentemente imprecisas. A segunda é que, na contramão da tendência dos anos recentes, essa visão negativa deixou de se acentuar.
No meio disso, um cacho de contradições.
Muitos se dizem insatisfeitos com a grande imprensa – apenas 60% dos entrevistados têm uma opinião favorável dos diários de circulação nacional, como o New York Times. No entanto, gostam dos jornais locais que assinam. O que induziu o autor do relatório, Robert Ruby, a se perguntar quantos, entre os detratores dos jornalões, os lêem de verdade.
A maioria também critica os telejornais das grandes redes e das TVs a cabo, mas aplaude o noticiário das emissoras locais.
A instituição imprensa tem menos credibilidade do que qualquer organização jornalística tomada isoladamente. Suspeita-se do jornalismo em geral, mas não daquele em que se presta atenção – sinal, talvez, de que as vaias, por serem dirigidas a um alvo abstrato, representem uma reação menos significativa do que os elogios ao noticiário que efetivamente se segue.
Além disso, mais americanos dizem confiar no seu jornal diário do que na Suprema Corte, no Congresso e nos partidos. E ainda: em relação aos cinco últimos levantamentos periódicos do estado da mídia nos EUA, feitos pelo Project for Excellence in Journalism, nunca foi tão ampla, como agora, a maioria dos que consideram a imprensa “altamente profissional” (66%).
No mesmo período aumentou também a proporção da minoria que acha que a imprensa toma cuidado para não evitar o facciosismo político.
É de igual ordem de grandeza a parcela da população que acredita no jornalismo como o “cão de guarda” cuja vigilância inibe os poderosos de cometer malfeitos.
Pessoas, como se diz, são engraçadas. Quase a metade dos americanos critica a mídia – acertadamente – pelo excessivo espaço dado às chamadas celebridades. Mas as pesquisas de mercado indicam que parte ponderável dos mesmos críticos curte matérias com esse tipo de gente.
A preocupação em dar “resposta certa” numa pesquisa pode ter contribuído para o fato de 80% dos entrevistados pelo Pew Research Center declararem que gostariam que a mídia americana focalizasse mais as posições dos candidatos à Casa Branca este ano do que os outros aspectos da campanha. Decerto passa de 20% a proporção dos que se deliciam com os factóides do noticiário da disputa eleitoral – em especial com a fofocalhada que a acompanha.
Ainda na mesma clave, há o caso do uso da internet. Segundo uma sondagem, cresce o número daqueles que têm na web a sua fonte primária de informação. Até aí, tudo bem. Ocorre que os freqüentadores de sites e blogues formam o contingente mais crítico da mídia convencional – muitos deles talvez sem se dar conta de que o noticiário eletrônico a que dão preferência tende a ser basicamente a versão online do material que sai nos periódicos e emissoras de que desdenham.
Mais da metade dos que dizem acompanhar a campanha eleitoral americana pela internet em primeiro lugar, mencionam três sites em especial. Só que dois deles – os da MSNBC e CNN – se enquadram naquela categoria. A exceção é o terceiro, Yahoo News.
O relatório especial “Atitudes do Público”, do State of the News Media, sugere que as pessoas preferem se informar na net não – ou não só – porque o jornalismo eletrônico seja melhor do que o tradicional, mas por uma questão de conveniência: acesso mais fácil ao que quer, na hora em que se queira. O formato diferente de conteúdos idênticos é o que conta.
“A confiança na imprensa não se correlaciona necessariamente com o seu uso”, assinala o relatório, numa de suas principais passagens. “Muitas vezes, alguns dos que mais desconfiam da mídia são os seus mais freqüentes consumidores.”
Isso valeria para o Brasil? Difícil dizer porque a internet aqui ainda é para poucos, poucos são os leitores de jornais – e imenso é o predomínio de uma fonte, a Rede Globo, no setor de mídia que é a fonte básica de informação para a esmagadora maioria dos brasileiros.
Mas dá para apostar que uma pesquisa do gênero, entre nós, destacaria nas atitudes do público incongruências e contradições não de todo dissimilares daquelas flagradas nos Estados Unidos.
Ali, o fator singular que passou a competir de igual para igual com todos os outros concebíveis na avaliação popular da mídia são as inclinações políticas do público: os juízos sobre a imprensa variam claramente conforme as afinidades partidárias de cada qual.
Nos EUA é a polarização entre democratas e republicanos. Entre os primeiros, 29% acham que a mídia é parcial. Entre os segundos, 70%!
No Brasil, a julgar notadamente pelos que manifestam na internet as suas opiniões sobre mídia e política, a imprensa é vista de um modo pelos opositores do governo Lula e de ponta-cabeça pelos seus defensores.
A ressalva da internet é importante porque na última sondagem CNI-Ibope, divulgada semana passada, que lida com uma amostra da população inteira, em que se dilui, portanto, a parcela dos usuários da web, a alternativa mais votada no item relativo à percepção do noticiário sobre o presidente Lula, pela segunda rodada consecutiva, foi a de que as notícias divulgadas recentemente não eram nem mais favoráveis nem mais desfavoráveis ao seu governo.
Compartilharam dessa impressão 32% dos entrevistados. Outros 27% responderam que as notícias eram “mais favoráveis” ante 23% de “mais desfavoráveis” e 18% que não souberam ou não quiseram responder. Pela primeira vez desde abril de 2007 a alternativa “mais favoráveis” prevaleceu sobre a que lhe é oposta.
Está mais do que na hora de se ter uma versão brasileira do State of the News Media. Provavelmente a seqüência de levantamentos dissiparia uma pá de raciocínios em bloco, como se dizia no velho Pasquim, sobre os rumos da imprensa nacional e a evolução das atitudes do público em relação a ela.

Fonte:Verbo Solto



 Escrito por Marcel Capretz às 15h19 [] [envie esta mensagem]






CASO COMPLEXO - ISABELLA OLIVEIRA NARDONI

Observatório da Imprensa

Por Luiz Antonio Magalhães em 2/4/2008

 

O episódio da morte da menina Isabella Oliveira Nardoni, de 5 anos, que está comovendo o país, e é um desses casos policiais repletos de mistérios e que pode até ter um final surpreendente. A partir da história contada pelo pai e pela madrasta da menina à polícia, as suspeitas se voltaram justamente contra o casal, especialmente o pai: segundo o relato, ele teria subido para o apartamento com Isabella já adormecida, colocado ela na cama, trancado a porta e retornado para a garagem a fim de ajudar sua mulher a subir com os dois filhos do casal, meio-irmãos da garota. Quando enfim os dois voltaram ao apartamento com as crianças, a porta estaria aberta, a luz do quarto dos irmãos de Isabella acesa, e a rede de proteção, cortada. Por ali a menina teria sido jogada para a morte.


Uma série de indícios, porém, colocaram em xeque a versão do pai e da madrasta: havia vestígios de sangue no apartamento, Isabella parece ter morrido por asfixia e quebrou apenas um pulso na queda. Há também o relato de vizinhos que teriam ouvido a menina gritar "Pára, pai! Pára, pai!". Tudo isto deu motivo para que uma delegada que acompanha o caso tenha chamado o pai de Isabella de assassino na saída do depoimento à polícia. Segundo informação publicada nos jornais, há entre os investigadores quem acredite que Isabella sequer foi jogada pela janela.


A soma dos indícios sem dúvida pode levar o público a desconfiar da história contada pelo pai e pela madrasta da criança morta, mas não pode de maneira alguma permitir que os responsáveis pela publicação das reportagens sobre o caso tratem o casal como culpados ou mesmo suspeitos em um momento tão inicial das investigações.


Condenado a priori


Quando estourou o caso da Escola Base, hoje um exemplo estudado nas faculdades sobre o que não deve ser feito em matéria de jornalismo policial, um único jornal desconfiou da história e se recusou a dar uma linha sobre a cascata. Quando o caso foi elucidado e a inocência dos donos da escola restou provada, houve quem sugerisse que o hoje extinto Diário Popular recebesse, naquele ano, o Prêmio Esso de jornalismo pela não publicação das matérias.


Tempos depois, o Diário Popular foi vendido para as Organizações Globo e mudou de nome para Diário de S.Paulo. Pelo visto, mudou também de caráter: a primeira página reproduzida abaixo, da edição de terça-feira (1/4), configura um verdadeiro crime contra o bom jornalismo. Não se trata aqui de defender o pai de Isabella – ele pode até ser culpado pela morte da filha –, mas de constatar que a capa do Diário fere os princípios mais básicos da ética jornalística e da presunção da inocência.


Um cínico pode alegar que tudo que está na manchete do jornal é verdadeiro, o Diário não veiculou informação falsa nem acusou peremptoriamente o pai de Isabella de assassinato. Sim, e provavelmente esta capa passou pelo departamento jurídico do jornal para avaliar se ela poderia ser objeto de processo. A manchete certamente também cumpriu o objetivo de fazer o jornal vender mais. Os responsáveis pela publicação sabem, também, que esta manchete destruiu a reputação do pai de Isabella. Ainda que no final das investigações o assassino seja outra pessoa, como bem observou na terça-feira (2/4) o jornalista Clóvis Rossi na Folha de S.Paulo (ver íntegra abaixo), o pai de Isabella já foi condenado pela imprensa. No caso do Diário de S.Paulo, foi condenado e exposto com requintes de crueldade.


Lição esquecida


Para o advogado do casal, a menina realmente gritou, mas foi por ajuda: teria sido algo como "Pára, pára! Pai, pai!", o que também faz sentido se ele estivesse sendo atacada por uma terceira pessoa. A quem mais ela poderia recorrer senão ao pai?


O Diário de S.Paulo apostou todas as suas fichas em uma hipótese, a de que o pai de Isabella está envolvido na morte da filha. Se ele de fato estiver, o jornal tripudiou sobre um assassino. Se não estiver, acabou com a vida de um homem inocente. O bom jornalismo poderia evitar este tipo de atitude intempestiva. Ao que parece, a lição da Escola Base já começou a ser esquecida.



 Escrito por Marcel Capretz às 15h13 [] [envie esta mensagem]






O caso de Veja - Por Luis Nassif

O maior fenômeno de anti-jornalismo dos últimos anos foi o que ocorreu com a revista Veja.  Gradativamente, o maior semanário brasileiro foi se transformando em um pasquim sem compromisso com o jornalismo, recorrendo a ataques desqualificadores contra quem atravessasse seu caminho, envolvendo-se em guerras comerciais e aceitando que suas páginas e sites abrigassem matérias e colunas do mais puro esgoto jornalístico.

Para entender o que se passou com a revista nesse período, é necessário juntar um conjunto de peças.

O primeiro conjunto são as mudanças estruturais que a mídia vem atravessando em todo mundo.

O segundo, a maneira como esses processos se refletiram na crise política brasileira e nas grandes disputas empresariais, a partir do advento dos banqueiros de negócio que sobem à cena política e econômica na última década..

A terceira, as características específicas da revista Veja, e as mudanças pelas quais passou nos últimos anos.

O estilo neocon

De um lado há fenômenos gerais que modificaram profundamente a imprensa mundial nos últimos anos. A linguagem ofensiva, herança dos “neocons” americanos, foi adotada por parte da imprensa brasileira como se fosse a última moda.

Durante todos os anos 90, Veja havia desenvolvido um estilo jornalístico onde campeavam alusões a defeitos físicos, agressões e manipulação de declarações de fonte. Quando o estilo “neocon” ganhou espaço nos EUA, não foi difícil à revista radicalizar seu próprio estilo.

Um segundo fenômeno desse período foi a identificação de uma profunda antipatia da chamada classe média mídiatica em relação ao governo Lula, fruto dos escândalos do “mensalão”, do deslumbramento inicial dos petistas que ascenderam ao poder, agravado por um forte preconceito de classe. Esse sentimento combinava com a catarse proporcionada pelo estilo “neocon”. Outros colunistas utilizaram com talento – como Arnaldo Jabor -, nenhum com a fúria grosseira com que Veja enveredou pelos novos caminhos jornalísticos.

O jornalismo e os negócios

Outro fenômeno recorrente – esse ainda nos anos 90 -- foi o da terceirização das denúncias e o uso de notas como ferramenta para disputas empresariais e jurídicas. 

A marketinização da notícia, a falta de estrutura e de talento para a reportagem tornaram muitos jornalistas meros receptadores de dossiês preparados por lobistas. 

Ao longo de toda a década, esse tipo de jogo criou uma promiscuidade perigosa entre jornalistas e lobistas. Havia um círculo férreo, que afetou em muitos as revistas semanais. E um personagem que passou a cumprir, nas redações, o papel sujo antes desempenhado pelos repórteres policiais: os chamados repórteres de dossiês.

Consistia no seguinte:

O lobista procurava o repórter com um dossiê que interessava para seus negócios.

O jornalista levava a matéria à direção, e, com a repercussão da denúncia ganhava status profissional.

Com esse status ele ganhava liberdade para novas denúncias. E aí passava a entrar no mundo de interesses do lobista.

O caso mais exemplar ocorreu na própria Veja, com o lobista APS (Alexandre Paes Santos).

Durante muito tempo abasteceu a revista com escândalos. Tempos depois, a Policia Federal deu uma batida em seu escritório e apreendeu uma agenda com telefones de muitos políticos. Resultou em uma capa escandalosa na própria Veja em 24 de janeiro de 2001 (clique aqui) em que se acusavam desde assessores do Ministro da Saúde José Serra de tentar achacar o presidente da Novartis, até o banqueiro Daniel Dantas e o empresário Nelson Tanure de atuarem através do lobista.

Na edição seguinte, todos os envolvidos na capa enviaram cartas negando os episódios mencionados. Foram publicadas sem que fossem contestadas.

O que a matéria deixou de relatar é que, na agenda do lobista, aparecia o nome de uma editora da revista - a mesma que publicara as maiores denúncias fornecidas por ele. A informação acabou vazando através do Correio Braziliense, em matéria dos repórteres Ugo Brafa e Ricardo Leopoldo.

A editora foi demitida no dia 9 de novembro, mas só após o escândalo ter se tornado público. 

Antes disso, em 27 de junho de 2001(clique aqui) Veja publicou uma capa com a transcrição de grampos envolvendo Nelson Tanure. Um dos “grampeados” era o jornalista Ricardo Boechat. O grampo chegou à revista através de lobistas e custou o emprego de Boechat, apesar de não ter revelado nenhuma irregularidade de sua parte. 

Graças ao escândalo, o editor responsável pela matéria ganhou prestígio profissional na editora e foi nomeado diretor da revista Exame. Tempos depois foi afastado, após a Abril ter descoberto que a revista passou a ser utilizada para notas que não seguiam critérios estritamente jornalísticos.

Um dos boxes da matéria falava sobre as relações entre jornalismo e judiciário.



 Escrito por Marcel Capretz às 21h51 [] [envie esta mensagem]






Folha x Universal

Eduardo Neco/Redação Portal IMPRENSA

http://portalimprensa.uol.com.br/portal/ultimas_noticias/2008/04/01/imprensa18301.shtml

A Folha de S.Paulo e a jornalista Elvira Lobato ganharam mais uma contra a Igreja Universal do Reino de Deus. Dessa vez, o juiz Vincenzo Bruno Formica Filho, de Andradina (SP), julgou improcedente ação de indenização proposta por Luiz Fernando de Souza contra o diáiro e a jornalista.

Segundo informa a própria Folha de S.Paulo, já foram ajuizadas 77 ações em nome de fiéis da Iurd. Desse total, 22 foram julgadas, todas a favor da Folha.

O diário informa, ainda, que o autor da ação alegou que, após a reportagem, passou a ser “alvo de ofensas em razão de sua convicção religiosa” e que lhe foram dirigidos improbérios, no sentido de que “não passaria de um bandido disfaraçado de crente para esconder que faz parte de uma máfia de criminosos”.

Como antes já foi apontando pelo Portal IMPRENSA, essa decisão comprova a padronização das sentenças. Os autores ajuizam os processos sempre com a mesma alegação de ofensa à sua moral; os juízes julgam os argumentos improcedentes e o caso é encerrado.

Se a seguência de decisões favoráveis se mantiver neste ritmo, em pouco  tempo, um a um dos 55 processos restantes serão extintos.



 Escrito por Marcel Capretz às 21h49 [] [envie esta mensagem]






CASO CASAGRANDE

Do Observatório da Imprensa

http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=479JDB004

Por Luiz Antonio Magalhães em 1/4/2008

Cocaína, heroína, um acidente automobilístico, uma celebridade polêmica há tempos desaparecida, um evasivo depoimento do médico que acompanha o paciente e a “bomba”, conhecida por dez entre dez jornalistas dos cadernos de Esportes do país: Walter Casagrande Jr., o Casão, ex-goleador e comentarista da TV Globo, está sob tratamento para tentar se recuperar de uma dependência química que teria se agravado nos últimos anos. É o que está na revista Placar que chegou às bancas na quinta-feira (27/03). A julgar pelo que foi adiantado no site da publicação, trata-se de puro jornalismo marrom.

Claro que Placar vai vender muito, quem sabe até quebrar o recorde de vendagem, para satisfação do departamento comercial. Porém, a edição desta semana da revista que já foi a mais importante publicação esportiva do país - e que hoje circula minguada, com periodicidade mensal - poderá significar um marco histórico. Até aqui, nem todas as publicações da Editora Abril adotavam a linha editorial e o padrão de jornalismo-cafajeste da revista Veja, o carro-chefe da editora.

O número 1318 de Placar, no entanto, parece configurar uma tentativa da direção da Abril de resgatar a importância que a revista já teve no passado, só que agora utilizando o mesmo, digamos assim, “padrão de qualidade” adotado na Veja. Ou seja, Placar pode estar começando a passar por uma fase de “bronzeamento” para recuperar a relevância entre as publicações esportivas não pelo aumento de sua credibilidade jornalística, mas pela capacidade de fazer barulho, ter matérias repercutindo nas cada vez mais lamentáveis mesas-redondas da televisão e, sobretudo, vender bastante nas bancas.

Interesse do público vs. interesse público

No caso dos problemas de Casagrande com as drogas, não é difícil entender por que Placar se enlameou ao decidir contar a história do ex-craque. O jornalista Juca Kfouri, que chefiou a revista quando ela não precisava de apelação para vender, resumiu a questão da publicação da matéria: o drama do ex-jogador “é de interesse do público, mas não de interesse público”.

Pode parecer complicado, mas não é: há muita coisa por aí que os jornalistas ficam sabendo e que o público também adoraria saber, mas que dizem respeito unicamente à vida privada das pessoas. E ainda que estas sejam figuras públicas, devem ser preservadas, salvo nos casos em que se tornem matérias também de interesse público.

O recente episódio do ex-presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL) é um bom exemplo para ilustrar a diferença entre as duas coisas. Enquanto Mônica Veloso foi amante do senador alagoano, jornal algum deu matéria sobre o affair, embora certamente a notícia pudesse despertar bastante interesse do público. Quando, porém, Mônica, que já nem era mais amante do senador e discutia na Justiça o valor da pensão da filha que teve com Renan, o acusou de ter pagado a pensão até ali com dinheiro de um lobista, a coisa toda mudou de figura e o caso passou a ter interesse público, que só fez aumentar o interesse do público, ainda mais na medida em que Mônica passou a revelar detalhes das suas relações com o Calheiros.

Antes que algum leitor afobado questione por que razão o episódio envolvendo Casagrande estaria apenas na primeira categoria e, portanto, deve ser mantido fora da mídia, ao passo que as agruras de Diego Armando Maradona, outro ídolo do futebol, podem ser exploradas à exaustão pela imprensa, é preciso estabelecer logo a diferença crucial entre os dois casos: Maradona sempre tratou de seus problemas privados em público, já concedeu várias entrevistas sobre a sua dependência de cocaína e após as diversas internações por que passou fazia questão de falar com a imprensa.

Maradona, portanto, autorizou que a sua vida privada fosse parar nas primeiras páginas dos jornais. E este absolutamente não é o caso de Walter Casagrande Jr., que jamais tratou de seus problemas pessoais em público. Ao contrário, o comentarista da TV Globo nunca escondeu seu drama dos colegas do meio jornalístico - para os mais próximos chegou a deixar claro, em vários momentos, que precisava de ajuda -, mas também nunca manifestou o mais remoto desejo de tornar públicos os seus problemas pessoais. Se quisesse, nada seria mais fácil a alguém com tanto trânsito no meio: bastaria escolher o veículo ou o jornalista e contar a sua história.

Sem vergonha de explorar a dor

Casagrande não falou à reportagem da revista da Abril, até porque está há quase seis meses isolado em uma clínica de recuperação, da qual só sairá quando os médicos permitirem, mas alguns de seus familiares o fizeram, certamente para tentar evitar que a “reportagem” saísse com o tom sensacionalista típico da imprensa marrom.

O esforço foi em vão. A matéria de Placar ainda não esta disponível, mas o que está no site da revista é de arrepiar. Primeiro, chama a atenção o que deveria ser a íntegra da entrevista com o médico do ex-jogador, que não diz absolutamente nada de relevante, apenas avisa que não pode falar nada sem autorização da família. Ora, por que publicar a “íntegra” de tal “entrevista”? Fácil: apenas para mostrar aos leitores que o doutor Artur Timerman não desmentiu a versão da revista. Ainda pior é o verdadeiro carnaval que o site vem fazendo em torno de uma “apuração” de fatos conhecidos até pelos focas das editorias de Esporte de qualquer jornal que se preze. Há uma inacreditável entrevista, em áudio, com o repórter da matéria em que ele revela ter iniciado a “investigação” em novembro do ano passado e entrevistado 16 pessoas para conseguir detalhar o drama do ex-jogador.

Mas o grande problema da matéria continua sendo o objeto da investigação. Qual o interesse público em divulgar o que Casagrande ingeria ou não ingeria em sua vida privada, particular? Por que contar uma história, que como tantas outras envolvendo drogas, é carregada de dor e de pequenas ou enormes tragédias privadas? Por que não esperar Casagrande deixar a clínica e pedir autorização para publicar a “reportagem”? Se ele, ao final do tratamento, se dispuser a falar da sua recuperação ou quiser fazer campanha contra drogas, tanto melhor. Não seria um “furo” de Placar nem de ninguém, seria apenas reportagem de utilidade pública, para servir de exemplo e alerta sobre o mal que as drogas causam. Nada que interesse a imprensa marrom, para a qual o que vale são os exemplares a mais que podem ser vendidos com a exposição da dor alheia. E as verdinhas no cofre, naturalmente.

PS em 01/04/08: O artigo acima foi escrito antes da chegada da Placar às bancas. Este observador já teve acesso à revista e leu a “matéria”, cujo conteúdo apenas corrobora o que foi escrito acima. A invasão de privacidade é completa - até o salário do comentarista da TV Globo é divulgado. É de interesse público saber quanto recebe Casagrande ou se a empresa para qual ele trabalha decidiu pagar o tratamento de seu funcionário? A “matéria” também detalha como acabou o casamento do ex-jogador e traz uma frase sarcástica da ex-mulher sobre a atual namorada dele, outra informação de enorme relevância para a compreensão do drama.

O lixo que está na revista Placar só não provoca engulhos maiores porque alguém na redação teve o bom senso de não fazer da “matéria” a capa da revista - há apenas uma chamada discreta, felizmente. O texto da reportagem também tenta “suavizar” a picaretagem, mas usar palavras doces não esmaece o tom marrrom da publicação.



 Escrito por Marcel Capretz às 21h48 [] [envie esta mensagem]






O estudo!

Estou cursando a disciplina Mídia e Poder no curso de Pós-Graduação da Fundação Cásper Líbero e a partir de agora vamos começar a debater este importante e apaixonante tema aqui no Blog.

Aberto a comentários!

Valeu!



 Escrito por Marcel Capretz às 11h59 [] [envie esta mensagem]






MÍDIA E PODER
ENTREVISTA COM NOAM CHOMSKY

por Regina Zappa

 

    Não faz muito tempo, o New York Times anunciou que o linguista mais famoso do mundo, Noam Chomsky, era também o mais importante intelectual vivo. Chomsky, crítico feroz da "cumplicidade" entre a mídia e o poder e que chamou jornalistas do NYT de cães de estimação do Imperador, disse que se assustou. Estaria ele entregando os pontos? Não, mais provável é que a grande imprensa americana estivesse, finalmente, reconhecendo a importância do homem que revolucionou a linguística dos anos 60, desenvolveu uma ativa militância política e social num país desacostumado a botar tão fundo o dedo na própria ferida, e escreveu mais de 50 livros sobre política interna e externa dos EUA, e a mídia. Este tranquilo professor do MIT (Massachusetts Institute of Technology) já foi chamado de anarquista e paranóico. Ele falou ao Idéias em sua sala do MIT, em Cambridge, enfeitada com palavras de ordem em cartazes defendendo a luta palestina, da mulher, do Timor Leste, e contra a fome, a máquina e a discriminação. Em outubro, ele vem ao Brasil para uma série de conferências e para desvendar com a clareza e tranquilidade de sempre os demônios do poder, do capital e da doutrinação sistemática da sociedade. E mostrar porque o próprio NYT o considerou a mais clara voz da dissenção da história americana.


- Ao olhar para trás, para toda sua trajetória acadêmica e militância política, o sr. se sente satisfeito com o que conseguiu? E o que acredita que conseguiu?

- Muitas coisas aconteceram nos últimos 40 anos que foram alcançadas por muitas pessoas diferentes que trabalharam juntas ou paralelamente de maneiras diferentes, mas muitas vezes interagindo. Acho que o resultado final foi bastante substancial. Os Estados Unidos são hoje um país muito diferente do que eram há 30 anos. Poderia mencionar coisas específicas que foram alcançadas. Mas não sei se estou completamente satisfeito porque tudo que foi obtido foi parcial e ao mesmo tempo houve muita regressão. Muitas coisas estão melhor do que eram, mas não dá para se sentir completamente satisfeito.


- O que está melhor?

- Tomemos o pecado original da sociedade americana, o que aconteceu com a população indígena. Em 1969, o principal estudo sobre história diplomática americana feito por um historiados muito bom, Thomas Bailey, descreve o que aconteceu depois da Revolução americana. Os colonizadores se voltaram para a derrubada de árvores e matança de índios, expandindo suas fronteiras naturais. Hoje, mesmo no país de Jesse Helms, você não sai por aí matando índios e árvores. Em 1969, minha filha estudava numa escola de Lexington, uma cidade de profissionais de classe média. Ela tinha um livro de História na oitava série e de curiosidade fui dar uma olhada para ver como eles lidavam com a questão dos massacres de índios. Para minha surpresa, o livro contava como os colonizadores esperavam os homens saírem e entravam na aldeia, matando mulheres e crianças. É muito positivo que essas coisas sejam contadas assim. Hoje, não há nenhuma região do país onde se possa enganar os alunos a respeito disso. O mesmo é verdade no caso da guerra do Vietnam. Só em 1966 é que começou a haver reuniões contra a guerra. Em 1965, não consegui que professores de Harvard assinassem um documento suave que criticava a guerra.


- Eles tinham medo?

- Não, eles achavam que não tinha problema os EUA atacarem outro país. Quando Kennedy começou a bombardear o Vietnam do Sul não houve protestos. Na realidade, se você perguntasse aos professores de Harvard quando os EUA atacaram o Vietnam do Sul eles não saberiam do que você estava falando. Isto já não acontece. Nos anos 80, quando Reagan tentou fazer o mesmo na América Central, houve reação aqui dentro. Agora, no caso de um conflito com um inimigo mais fraco, não só tínhamos que derrotá-lo, mas tínhamos que fazê-lo rápido e firme porque o governo não encontraria mais apoio popular interno. Portanto, não podemos mais perpetrar longas guerras contra inimigos mais fracos, o que tem sido a base da história americana. Portanto, essa é uma mudança bastante radical em 300 anos de História, desde a década de 60.



 Escrito por Marcel Capretz às 11h57 [] [envie esta mensagem]






Isso vende...

Fonte: Globo.com - 14/03/08

 

Quanto mais surtos de Britney Spears melhor para a economia americana. A popstar problemática se tornou um tesouro de US$ 120 milhões para os EUA, segundo um estudo da revista de negócios "Portfolio".


De acordo com a matemática da publicação, os escândalos de Britney Spears são uma mina de ouro para o país. Entre janeiro de 2006 e julho de 2007, eles bateram recorde fazendo com que a moça aparecesse 175 vezes nas capas de revistas em 78 semanas, o que resultou em tal valor .

Além de ganhar a mídia impressa de outras estrelas conturbadas, Britney também barra na internet aqueles que desejam um escândalo maior que o seu. Há seis anos ela é a celebridade mais procurada no site de busca "Google".

A revista ainda descobriu que até uma boate de Las Vegas fez fortuna as custas da polêmica moça. Lugares pertos da mesa da cantora chegaram a ser vendidos por US$ 50 mil.

Mas Britney não gera divisas só para os EUA, que fatura com os altos e baixos de seu transtorno bipolar, ela também leva uma bolada para casa. Seus surtos não desvalorizaram suas aparições públicas. Ela recebe US$ 400 mil para dar pinta num evento.

A cada ano que passa estima-se que Britney aumente seu cofrinho em US$ 9 milhões. Sua fortuna pessoal é de cerca de US$ 125 milhões.



 Escrito por Marcel Capretz às 11h53 [] [envie esta mensagem]






Paulista precisa superar 'síndrome do 1º tempo'

O Paulista precisa vencer à todo custo o Guarani, amanhã, às 16 horas,
em Jundiaí, para afastar o fantasma do rebaixamento que passou a
rondar o clube após as três derrotas nos últimos três jogos. E para
vencer o Bugre, o Galo precisa superar um trauma que vêm lhe incomodando
desde o início da competição: sofrer gols no primeiro tempo.
Dos vinte e dois gols que a equipe levou no Campeonato Estadual treze
foram na primeira etapa. Isso representa 59% dos gols. E dentre essas
treze vezes em que foi vazado no primeiro tempo, o Galo sofreu oito
gols nos quinze primeiros minutos de partida. "Armamos um esquema e o
treinamos a semana inteira. De repente tomamos gols logo no início do
jogo e tudo cai por terra", lamentou Giba, técnico do Paulista.
Em sete partidas que sofreu gols no primeiro tempo o time jundiaiense
saiu de campo derrotado; na estréia contra o Rio Claro, o Paulista
sofreu um gol aos sete minutos e perdeu o jogo por 2 a 0. Na partida
seguinte, foi derrotado pela Ponte Preta por 2 a 1, com um gol sofrido
logo aos quatro minutos. Na terceira rodada, no Morumbi, André Santos,
lateral-esquerdo do Corinthians, marcou um gol aos vinte e oito do
primeiro tempo e o Timão bateu o Galo por 2 a 0. Na quinta rodada,
contra o Guaratinguetá, o Paulista perdeu por 2 a 1, sendo que o
primeiro gol do Guará foi marcado por Jéferson logo no quinto minuto
de jogo -após essa derrota, inclusive, o então técnico da equipe,
Marcus Vinícius, foi demitido. Os outros três resultados negativos do
Paulista, sofrendo gols nos primeiros minutos de jogo foram nas
últimas três partidas; contra o Juventus, na Rua Javari, Kanu marcou
aos quatorze minutos e o Galo perdeu por 2 a 1; contra o Ituano, o
Paulista sofreu dois gols nos primeiros quinze minutos e foi derrotado
por 3 a 1 e, enfim, no último final de semana, o Palmeiras marcou com
> Alex Mineiro aos cinco minutos e Valdívia aos dezoito e bateu a equipe
jundiaiense por 2 a 0.
"Acredito que vêm faltando atenção ao nosso time. Não podemos mais
vacilar, pois sofrer gol no início da partida quebra qualquer esquema.
Fica difícil depois conseguir recuperar. É complicado buscar o
resultado com o placar adverso", apontou o goleiro Adinam.
E é tão difícil para o Paulista buscar o resultado com desvantagem no
placar que em apenas uma partida a equipe conseguiu a vitória após
sofrer gols no primeiro tempo. No dia 26 de fevereiro, no Estádio Dr.
Jayme Cintra, em Jundiaí, o Sertãozinho marcou aos dez minutos com
Tuto e ao trinta e quatro com Ricardo Lopes, mas o Paulista conseguiu
a virada e venceu por 3 a 2.  Contra o Santos, na estréia do técnico
Giba, o Galo saiu atrás no placar - Alemão marcou aos trinta e três do
primeiro tempo - e conseguiu apenas o empate.



 Escrito por Marcel Capretz às 14h16 [] [envie esta mensagem]






EXCLUSIVO: Nenê Cardoso não tem mais nenhum jogador no Paulista

Empresário concede entrevista exclusiva e confirma que após o “caso Sodinha” todos os seus jogadores saíram do Paulista

No início do ano passado os dirigentes do Paulista ficaram indignados com a forma com que o meia Felipe Sodinha saiu do clube e se transferiu para a Udinese, da Itália – o jogador conseguiu na Justiça a sua liberação e o Galo não obteve nenhuma compensação financeira. Após essa saída, houve uma grande confusão e muita polêmica. Diante disso, os dirigentes jundiaienses decretaram: nenhum jogador empresariado por Nenê Cardoso (empresário de Sodinha) poderia mais permanecer nas categorias de base e no elenco profissional do Paulista.
Passado pouco mais de um ano de toda essa celeuma, o JORNAL DA CIDADE  apurou com exclusividade que Nenê Cardoso não cuida da carreira de mais nenhum jogador que esteja no Galo. Quem confirma é o próprio empresário. “Após toda aquela polêmica, os jogadores que tinham vínculo comigo e estavam no Paulista foram dispensados e tiveram que resolver a sua situação. Os pais de todos eles vieram até o meu escritório e eu os deixei livres para escolher o que eles quisessem, porque eu não obrigo ninguém a fazer nada. A maioria ficou do meu lado, tanto que hoje todos estão bem; tem uns na Itália, outros na Espanha. Já os que quiseram continuar no Paulista em alguns meses foram dispensados e estão hoje sem clube”, afirmou Nenê.  
De acordo com o empresário, os seus maiores negócios estão hoje fora do país. Porém, ele estaria disposto a uma reconciliação com o Paulista. “Eu sou jundiaiense e quero ver o time bem. Mas quem mais perdeu nisso tudo foi o clube. Foram eles quem deixaram de lucrar com o Sodinha”, disse o empresário. “Me lembro muito bem de uma reunião que eu tive com o Pitico (vice-presidente) e com o João Paulo Medina. O Pedrinho Vicençote, que é o meu sócio, veio neste encontro e eles nos perguntaram como trabalhávamos e explicaram que estava por vir uma parceria em Jundiaí que visava mandar jogadores para um time da Suiça (Lausanne). Só que o que eles começaram a fazer agora, nós já fazemos faz tempo. Foi oferecido um salário de R$1500 ao Sodinha, sendo que ele tinha uma proposta da Udinese. Foi nesse momento que começaram a surgir aquelas declarações de que o clube havia pago dois bifes ao jogador durante não sei quantos anos. O pai do Felipe, com razão, se irritou e disse que não queria mais que o filho dele jogasse no Paulista. Foi isso o que aconteceu”, completou.
Sobre a demissão de Baroninho, que hoje está no Santo André, Nenê afirma não ter nenhum envolvimento. “Eu não tinha nenhuma relação com o Barone. Tanto que hoje ele está no Santo André e eu não tenho jogador lá. O que aconteceu foi que o Pitico me disse certa vez que estava precisando de um treinador para as categorias de base do Paulista;  eu falei pra ele do nome do Barone, que eu sabia que vivia futebol e que sabia muito bem, por exemplo, ensinar um jogador a bater na bola. Apenas isso”, disse.
Também no ano passado, o meia Luiz Henrique entrou na Justiça contra o Paulista, ganhou os seus direitos e hoje defende o Santos. Nenê Cardoso confirma que é o empresário do jogador, mas nega envolvimento com a saída dele do Galo. “O Luiz Henrique me procurou, dizendo que estava encostado no Paulista. Eu pedi um vídeo para ele, e vi que ele havia feito dois gols olímpicos, já que eu nem sabia disso. Depois, perguntei se ele estava livre, pois é obvio que não quero nenhum tipo de problema. Ele disse que havia conseguido a liberação, porque ele foi emprestado para o América. Aí sim eu comecei a trabalhar com ele. Nesse meio tempo, o Emerson (Leão, técnico do Santos) queria conversar comigo sobre a liberação do Nenê, que hoje está no Mônaco, da França. A negociação não deu certo e eu falei do Luiz. Ele ficou lá um tempo treinando, o Leão gostou e hoje ele é jogador do Santos”, ressaltou o empresário, apontando que pelo fato de ter sido jogador tem bom relacionamento com a maioria dos treinadores. “Os contatos com os clubes de fora é feito pelo Pedrinho. Já por aqui, eu tenho bons contatos. Tanto é que o Leão sempre fala comigo. O meu carro-chefe como empresário é o Nenê que está na França. Mas é aquele tal negócio: se você indica um jogador e ele vai bem, o clube sempre vai te procurar”, finalizou Nenê Cardoso.



 Escrito por Marcel Capretz às 14h47 [] [envie esta mensagem]






Ricardinho: a base do Paulista começa por ele

Mesmo com 32 anos, o meia jogou todas as partidas do Galo no Campeonato Estadual. Ele é a referência do time na temporada 2008

A recuperação do Paulista na temporada 2008 tem como mote a manutenção de uma base. O técnico Giba, desde que assumiu o time, definiu os seus jogadores de confiança e está indo com eles até o fim. Um dos que jogou as treze partidas do Galo no Campeonato Paulista é o meia Ricardinho. Com 32 anos, ele chegou pela terceira vez em Jundiaí sob olhares de muita desconfiança. Porém, vêm mostrando dentro de campo que ainda pode e muito ajudar o clube.
Ricardinho foi substituído em apenas quatro das treze partidas do Paulista neste ano: na vitória contra o Sertãozinho deu lugar a Itaqui, na derrota para o São Paulo saiu para a entrada de Júlio César; quando o Paulista venceu o São Caetano, Ricardinho foi substituído pelo volante Edimar e na derrota para a Ponte Preta, quando Marcus Vinícius dirigia o time, ele cedeu lugar a Rafinha. Confira na íntegra a entrevista que o jogador concedeu ao JORNAL DA CIDADE.

Você tem 32 anos e jogou até agora as treze partidas do Paulista no
Campeonato Estadual. Qual o segredo para manter tanta regularidade?


Acredito que atualmente todos os jogadores com mais de 30 anos estão conseguindo atuar bem. Não vejo a idade como algo que atrapalhe um atleta de futebol. Desde que ele se cuide e isso eu procurei fazer durante toda a minha carreira.

Quando você chegou, muitos duvidavam de sua condição física. Ter
jogado todas as partidas da equipe mostra a sua vontade de ajudar o
clube?


Não sei quem duvidou de qualquer coisa a meu respeito. Eu nunca duvidei e o Paulista também não. Estou fazendo a minha parte dentro de campo. Apenas isso. Eu gosto muito aqui do clube. Nunca escondi isso de ninguém. Até porque eu vinha jogando no Coritiba. Se eu tivesse vindo de uma contusão e estivesse fora, tudo bem se existisse qualquer desconfiança. Essa já é a minha terceira passagem por aqui (2001, 2005 e 2008) e todos me conhecem aqui. Retornei para o Paulista sabendo o que eu poderia render.

O que estava acontecendo com o time que nos primeiros cinco jogos do Campeonato Paulista
foram quatro derrotas?

Futebol é complicado. Às vezes não dá "liga" e fica difícil. O Marcus Vinícius é uma grande pessoa e tem um futuro brilhante pela frente. Nós jogadores tivemos grande parte de culpa naquelas derrotas iniciais, também. Não estávamos encaixando como equipe e isso ficou evidente para todos.

Qual a parcela do Giba nesta mudança de postura?

As mudanças que ele fez no time foram mínimas. Trocou algumas peças e mexeu no esquema. Acredito que quando se começa a ganhar tudo fica melhor e as qualidades começam a aparecer mais do que os defeitos. Poxa, o Giba chegou e sem nenhum treinamento nós conseguimos jogar bem e empatar com o Santos.
Ele é um grande treinador. Eu já tinha trabalhado com ele aqui mesmo em Jundiaí, no ano de 2001, e sei o quanto ele entende de futebol.

Percebe-se que o ambiente no elenco está mais leve, agora. Você concorda?

Concordo, sim. É aquilo que eu falei anteriormente; quando só se têm derrotas, fica mais difícil trabalhar e parece que tudo é ruim. Já quando vivemos um bom momento, perdendo poucos jogos, tudo fica mais tranqüilo. O nosso grupo está bem unido e estamos focados em vencer as próximas partidas. 

Você tem contrato com o Paulista apenas até maio. O clube já se
mostrou disposto a renovar com a maioria dos jogadores do atual
elenco. Você fica para a disputa da Série C do Campeonato Brasileiro?


Não sei. Não estou pensando nisso ainda. Chance de ficar, sempre existe. Mas vai depender de uma série de coisas. Por enquanto, estou pensando apenas em fazer um bom campeonato paulista.

Você já jogou e venceu a terceira divisão com a camisa do próprio
Paulista, em 2001 quando Giba também era o técnico do time. Qual a
receita para se dar bem neste tipo de competição?


Quando nós jogamos e vencemos era ainda mais difícil, até porque só subiam dois times (atualmente sobem quatro). Mas a Série C é um campeonato que exige muita pegada. Tem que entrar forte em toda bola, senão perde.

O título da Copa do Brasil em 2005 foi um marco na história do
Paulista. Apesar de você não ter ficado até o final, essa competição
marcou você também? O que mais te agradava naquele time?


Com certeza. Aquele time foi inesquecível. Tínhamos um espírito, uma coletividade que poucas vezes eu vi na minha carreira. O Vagner Mancini tinha o grupo nas mãos e merecemos ganhar. Aquela safra do Paulista com certeza marcou toda a história do clube como a da minha vida também. 


 Escrito por Marcel Capretz às 14h43 [] [envie esta mensagem]






PAULISTA PEGA O BARUERI EM JAYME CINTRA

Vencer por um gol ou por goleada vale os mesmos três pontos na tabela de classificação. Correto, Giba?! “Sim. Independentemente do saldo de gols, os pontos são os mesmos”. Sabendo disso, qual o placar que você espera hoje na partida entre Paulista e Barueri, às 19h30, no Estádio Dr. Jayme Cintra? “Eu quero que o Paulista vença nem que seja pelo placar mínimo. Mas quero que vença. Pode ser de 1 a 0, ou pelo placar que for. Precisamos demais da vitória hoje”, respondeu o treinador do Galo.

É com esse espírito guerreiro, traduzido nas palavras do comandante, que os jogadores do Paulista vão se transformar em soldados e buscar a vitória a todo custo na guerra contra o Barueri. A equipe jundiaiense vem de um bom resultado – empatou na última partida fora de casa com o Noroeste-. Mesmo assim o único resultado que todos esperam em Jayme Cintra é uma vitória tricolor. “Não podemos nos iludir pelos resultados que tivemos nas rodadas passadas. Só conseguimos atingir uma posição intermediária na tabela, porque fizemos a nossa parte dentro de casa. O Barueri é uma pedreira e se não entrarmos com tudo não vamos vencer”, afirmou o treinador.

O Barueri é o segundo colocado do Campeonato Paulista, atrás somente do Guaratinguetá. Porém, o time da Grande São Paulo nunca venceu o Paulista em Jundiaí. No ano passado, inclusive, pelo Campeonato Brasileiro da Série B o Galo deu um show e aplicou uma goleada histórica: 7 a 0. A outra vitória do Paulista em Jundiaí foi no dia 21 de janeiro de 2007 por 1 a 0 com gol de Rever.

“Aquele jogo dos 7 a 0 foi inesquecível, mas é passado. Se entrarmos hoje pensando naquela partida, fatalmente vamos perder”, afirmou Marco Aurélio, que foi titular na partida do ano passado como lateral, mas está sendo aproveitado pelo técnico Giba como meia. E se depender do jogador, atuar na lateral, “nuca mais”. “Vou deixar para os meninos mais novos. Na meia, dá para ocupar os espaços melhor. Gostei da posição e pretendo seguir nela até o fim da minha carreira”, afirmou o jogador que terá as companhias de Jairo, Tiago Fraga e Ricardinho no meio-de-campo. Na defesa, Giba vai manter Bruno Ribeiro, Rever, Diego Padilha e Eduardo. No ataque, porém, o treinador vai promover uma mudança: Neto Baiano retorna e Júlio César vai para o banco de reservas. “O Neto cumpriu suspensão automática na última partida e agora volta normalmente. Ele vive um grande momento e vamos contar com o Júlio possivelmente em uma entrada no segundo tempo”, explicou Giba. Everton Costa que jogou contra o Noroeste está mantido entre os onze titulares.

 



 Escrito por Marcel Capretz às 22h24 [] [envie esta mensagem]




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BRASIL, Sudeste, JUNDIAI, Homem, de 20 a 25 anos, Portuguese, English, Jornalismo Esportivo



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