Blog do Marcel Capretz


MUDAMOS DE ENDEREÇO

Olá amigo, internauta!

Estamos em novo endereço:

www.marcelcapretz.com.br



 Escrito por Marcel Capretz às 18h17 [] [envie esta mensagem]






A obrigação corintiana

 

Tenho uma posição muito clara sobre a atual situação do Corinthians: o time não está fazendo nada mais do que sua obrigação ao atropelar todos os times da Série B do Campeonato Brasileiro.

O Corinthians é um clube gigantesco; tem camisa, glórias e uma torcida fiel apaixonada. Foram cometidos erros inadmissíveis em um passado não muito distante que culminaram com a queda para a Segundona. Mas pode acontecer o erro que for (que as entidades competentes devem e já estão investigando), quem é Rei nunca perde a majestade. E antes que os torcedores de outros clubes já comecem a esbravejar, isso vale para todo time grande, viu.

Se a equipe de Parque São Jorge cair para a terceira, para a quarta ou para a quinta divisão, ela sempre será favorita e terá obrigação de vencer e ser campeã. Isso não diz que obrigatoriamente será, mas ela que vai carregar todo o favoritismo, isso vai.

Embarco na crueldade do futebol e cravo que se o Corinthians não subisse para a primeira divisão seria a maior tragédia nacional. E sendo campeão, como vai ser, não faz mais nada do que a obrigação.

Tem muito torcedor corintiano já projetando um 2009 maravilhoso pelos feitos de 2008. Engano total. A base do time e o técnico são bons. Mas não se pode jamais fazer a comparação se com esse elenco a campanha na primeira divisão seria igualmente positiva. Para o ano que vem deve-se aproveitar as coisas boas e corrigir as ruins, como por exemplo, contratar um lateral-direito, dois volantes e mais um centroavante.

Para que, assim, a obrigação corintiana não se limite a figurar na primeira divisão.



 Escrito por Marcel Capretz às 20h52 [] [envie esta mensagem]






 

HÁ OUTROS ALVOS...

 

Dunga foi alçado a condição de técnico para limpar a imagem sarcástica da seleção que disputou a Copa de 2006. Ele seria o símbolo de um tempo sisudo, sem frescuras e de futebol sério. A parte sisuda até faz sentido, já que não tem um torcedor feliz com o futebol apresentado. Mas vale ressaltar, frisar e ponderar: Dunga convoca e escala, mas não entra em campo. Tem muito jogador que poderia render muito mais e que não está sendo tão cobrado quanto o pseudo-treinador.

 

SERÁ QUE VAI?

 

Athirson foi apresentado nesta semana como novo reforço da Portuguesa. Com 31 anos, essa é uma das últimas chances do lateral-esquerdo provar que realmente tem condições de se firmar em um clube de primeira divisão. E pensar que Athirson já foi cotado para disputar Copa do Mundo...

 

DÁ PRA RECUPERAR!

 

A contratação de Diego Souza teve um impacto moral muito grande no Palmeiras. No início do ano, ele era cobiçado não só por clubes brasileiros como também do exterior. Sua ida ao Palestra mostrou que a equipe realmente pretendia brigar por títulos. Mas Diego não jogou ainda tudo o que pode. Ele está devendo. Mas pode calar os críticos, batendo no peito e assumindo o posto de líder desse Palmeiras em busca do título nacional.



 Escrito por Marcel Capretz às 20h51 [] [envie esta mensagem]






SOBE E DESCE DA SEMANA

 

SOBE

 

MANO MENEZES

 

O técnico sabe que o Corinthians já subiu para a primeira divisão. Porém, ele mantém o discurso humilde e de respeito aos adversários. E é legal ver que Mano Menezes não quer nem conversar sobre renovação de contrato antes confirmar o acesso. Não vejo demagogia nessa atitude e, sim, seriedade de quem sabe que o mundo do futebol dá voltas.

 

 

DESCE

 

RONALDINHO GAÚCHO

 

Ele vem ganhando pontos com o técnico Dunga, por começar a exercer uma liderança, bem tímida é verdade, com os jogadores mais jovens na seleção. Mas futebol que é bom, Ronaldinho está devendo. Ele está muito acima do peso! Desse jeito, pairam dúvidas se o ex-melhor jogador do mundo voltará, pelo menos, a ser indicado para concorrer a esse posto.



 Escrito por Marcel Capretz às 20h51 [] [envie esta mensagem]






RECADO MANDADO, RECADO PUBLICADO!

marcel.capretz@gmail.com

 

Marcel, acompaho o seu trabalho na Rádio 105 FM e no Futebol Interior. Você está de parabéns pela coerência nas idéias! Sou seu fã!

 

Lucas Rodrigo

 

O Dunga é o pior técnico da história do futebol brasileiro! Ele é um brincalhão e um fanfarrão! Luxemburgo já!

 

Josivaldo Queiroz

 

 

Como pode o Ronaldinho Gaúcho usar a seleção brasileira para jogar no Milan? Coisas de Ricardo Teixeira...

 

Lelo Novaes

 

Ninguém tira mais o título brasileiro do Grêmio. Já era! Com um time bom e barato os gaúchos calaram o Brasil.

 

Lílian V. Corrêa

 

O São Paulo foi um time bom. Agora é um time comum. Reformulação já pelos lados do Morumbi.

 

Ednei Carlos Victor



 Escrito por Marcel Capretz às 20h50 [] [envie esta mensagem]






A SOBERBA TRICOLOR

O São Paulo não é hoje o mesmo time que ganhou duas vezes o Campeonato Brasileiro, ergueu a Taça Libertadores em 2005 e que no mesmo ano derrotou o Liverpool e ficou com o título Mundial. Definitivamente, um ciclo está chegando ao fim. E isso não quer dizer que outro não pode começar e ser igualmente também vitorioso.

A diretoria tricolor errou. E errou muito neste ano. Foram feitas contratações completamente equivocadas, as peças de reposição não foram a altura e aquele espírito 'pegador' de um passo não muito distante se acabou. Não tiro os méritos dos atuais diregentes que assumiram o tricolor em 2002 e devolveram ao clube a grandeza que havia se acabado desde 1994. Mas...o futebol é muito ingrato...todos sabem que as glórias do passado não servem e não mudam o presente. É preciso saber que a camisa são-paulina não vai jogar sozinha só porque o time foi cinco vezes campeão nacional e três vezes mundial. Os atuais jogadores estão acomodados, estão se acovardando em campo.

É sabido que, ao contrário da maioria dos colegas jornalistas, não vejo nada demais no trabalho de Muricy Ramalho. Não nego os méritos que ele teve no bicampeonato brasileiro. Mas é impressionante como Muricy não conseguiu em nove meses dar um padrão tático e definir um time neste ano.

Uma vaga na Libertadores do ano que vem está ameaçadíssima pelos lados do Morumbi. Independentemente disso ou não, os dirigentes devem admitir que o elenco precisa ser reformulado drasticamente. Nem que isso tenha que começar pelo treinador.

Ou vai ou racha

Hoje é o 'dia D' para o técnico Dunga. Caso o Brasil perca para o Chile – o que pode muito bem acontecer – Ricardo Teixeira, presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) deve desfazer a besteira que fez há dois anos e demitir o atual treinador canarinho. Dunga não pode ser técnico do Brasil. É a mesma coisa que chamar alguém que não é formado para trabalhar com jornalismo. Nunca vai dar certo!



 Escrito por Marcel Capretz às 19h42 [] [envie esta mensagem]






SOBE E DESCE DA SEMANA

SOBE

KLÉBER PEREIRA

O atacante do Santos sempre teve a fama de não jogar bem quando o time mais precisa. Mas, atualmente, ele vem quebrando essa máxima. Com o time perambulando muitas rodadas pela zona de rebaixamento, ele vem fazendo gols importantíssimos. Do jeito que as coisas estão, o Santos precisará ainda muito mais de seu centroavante. É a hora de ele manter a boa fase!

DESCE

PALMEIRAS

O torcedor palmeirense não engole a derrota da última quinta-feira para o Sport. Era a partida para o Verdão vencer e confirmar a boa fase no Campeonato Brasileiro. Não adiantou nada ter vencido o Atlético-PR fora de casa, na última semana. O Sport e o técnico Nelsinho Batista realmente são a pedra no sapato de Luxemburgo.



 Escrito por Marcel Capretz às 19h41 [] [envie esta mensagem]






DESTAQUES

O salvador!

Márcio Fernandes mudou o Santos. Com ele, a equipe faz o simples. E é com essa simplicidade que os bons resultados estão aparecendo. Os jogadores santistas "abraçaram a causa" e estão lado a lado com o treinador firmes e fortes para livrar o Peixe do rebaixamento.

O retrato

Jorge Wagner é o retrato do atual time são-paulino. Apático, sem vontade, acomodado. É preciso que todos no Morumbi parem e reflitam; as glórias do passado já não servem mais para os dias atuais. O futebol não perdoa incompetência e acomodação.



 Escrito por Marcel Capretz às 19h40 [] [envie esta mensagem]






RECADO MANDADO, RECADO DIVULGADO

marcel.capretz@gmail.com

É tão triste só ter um time sub-20 para acompanhar...acabaram com o nosso Paulista...

Lucas G. Carvalho

O que será do Paulista? Cadê a diretoria que prometeu tanta coisa? Estou me sentindo enganado por tudo o que vem acontecendo.

José Flores

Não gosto de torcer contra, mas quero muito que o Dunga seja demitido. Nem que para isso, o Brasil tenha que perder hoje.

Diogo Alcântara

O Grêmio vai ser o campeão brasileiro. O Palmeiras ta de brincadeira! Como pode ser goleado pelo Sport em casa?!

Fábio Figueiredo Ipo



 Escrito por Marcel Capretz às 19h39 [] [envie esta mensagem]






AVALIAÇÃO - PAPER FINAL

Nós não somos consumidores de mídia. Somos consumidos por ela. Suas tendências, seus interesses e suas ideologias são absorvidas de uma tal maneira que incoscientemente carregamos conosco tudo que ela impõe. E a mídia impõe mesmo.

A publicidade faz o papel dela que é vender idéias e conceitos. Porém, esses conceitos carregam não só produtos. Há um impasse social gerado pela necessidade em se adquirir tudo o que é proposto. Quem tem, quer ter mais e o mais caro. Quem não tem, se remoe. E nunca é demais lembrar que que não são só os maiores conglomerados midiáticos do mundo dependem quase que exclusivamente da verba publicitária.

E não podemos jamais falar de mídia e poder sem falar na questão publicitária. O poder financeiro é maior do que qualquer poder. Ou melhor, é o maior poder. E isso fica claro na relação com a mídia.

Diferenças de pontos de vista sempre vão existir. E isso não é exclusividade midiática. Podemos observar a tendência na superficialidade em todos os segmentos. Percebe-se a dificuldade em se conectar as idéias e buscar a fundo a verdade. O que existe são poucas verdades e muitos "achismos".

Trazendo para a nossa disciplina de Pós-Graduação foi muito interessante acompanhar os seminários sobre diversos temas de comunicação feito pelos colegas. Porém, foi mais do que válido estudar, pesquisar e apresentar aos colegas como foi a cobertura da mídia no caso do PCC em 2006. Analisamos socialmente os impactos de uma avalanche de matérias e buscas incessantes por novidades a cada instante. Isso gerou um medo poucas vezes visto no Brasil. E pensar que no decorrer do curso, tivemos uma aula "prática e ao vivo" com o caso Isabela Nardoni do caos social que a mídia pode proporcionar.

Tudo porque a mídia tem força. A mídia ensina e alivia tensões. Alivia frustrações. Tanto psicológicas quanto financeiras. Não a toa os maiores consumidores da programação televisiva são das classes sociais mais baixas.

Zygmunt Bauman tem o excelente conceito de "Modernidade Líquida" que define a agilidade, das operações velozes, a flexibilidade e a leveza do tempo atual. Se pensa em produzir e consumir. Quanto mais, melhor.

 

Bibliografia:

MORAES, Dênis de (org.). Por uma outra comunicação. Rio de Janeiro: Record, 2004

HOHLFELDT, Antonio. "Hipóteses contemporâneas de pesquisa em comunicação". In: HOHLFELDT, Antonio,

MORIN, Edgar. A cabeça bem-feira: repensar a reforma, reformar o pensamento. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001.

 



 Escrito por Marcel Capretz às 20h35 [] [envie esta mensagem]






A FORÇA DOS CORINTIANOS

O Corinthians não tem um time brilhante. Tem bons jogadores, é verdade. Tem também um técnico que entendeu bem que está representando uma nação, Uma nação que, independentemente da fase, cobra raça e vontade de vencer.

Desses bons jogadores, Mano Menezes fez um time bom. Começando pela defesa que pode jogar com dois ou com três zagueiros que mantém uma incrível regularidade. Carlos Alberto, lateral-direito improvisado, não é um jogador brilhante. Mas tem como característica o que o corintiano mais admira: força de vontade! André Santos, sim, é acima da média.

No meio-de-campo, Fabinho vem desempenhando um importante papel. De jogador desprestigiado na França, ele vem sendo o líder e o organizador que o time tanto precisava. Lulinha deixou pra trás as críticas e também os mimos do passado e entendeu que só será valorizado de verdade se desempenhar um bom papel dentro de campo. Dentinho tem qualidade. Se aparar algumas arestas, pode começar a sonhar em se destacar nos maiores times europeus. Herrera venceu a desconfiança e além da garra vem fazendo o que mais dele se espera: gols.

Todos esses aspectos, alem da força da camisa do Corinthians vão faze-lo campeão da Copa do Brasil. Mano Menezes, com o vice-campeonato da Libertadores no ano passado pelo Grêmio, já se firmou de vez como um técnico top. Os feitos deste ano com o Corinthians, que não parar apenas na conquista da Copa do Brasil, vão consolida-lo de vez como um dos melhores treinadores do país.



 Escrito por Marcel Capretz às 16h23 [] [envie esta mensagem]






COLUNA SOBE E DESCE

SOBE

 

CORINTHIANS

 

Além de estar muito bem no Campeonato Brasileiro da Série B, o Timão inicia nesta quarta-feira a disputa da decisão da Copa do Brasil contra o Sport. Estar a dois jogos da Libertadores de 2009 é muito mais do que o torcedor corintiano poderia esperar. Mérito ao elenco e também ao técnico Mano Menezes que soube se adequar a realidade do clube e ir além do que todos esperavam.

 

DESCE

 

SANTOS

 

A saída de Emerson Leão deixa o Santos em uma situação complicada. É verdade que muitos jogadores não gostavam do ex-treinador santista. Porém, é inegável que Leão fez um bom trabalho. O Santos não tem elenco. Mas tem um bom time. Não dá para disputar o Campeonato Brasileiro em pontos corridos pensando em título. Mas até poderia ter ido mais longe na Libertadores.



 Escrito por Marcel Capretz às 16h22 [] [envie esta mensagem]






PERSONAGENS

PÁRA OU NÃO PÁRA?

 

Edmundo marcou o gol que conseguiu levar o Vasco da Gama à decisão por pênaltis contra o Sport pelas semifinais da Copa do Brasil. Porém, na disputa, Edmundo perdeu o pênalti que eliminou o Vasco. Abalado, ele anunciou a aposentadoria no dia seguinte. O presidente vascaíno, Eurico Miranda, disse que Edmundo não vai se aposentar. E agora? Ele pára ou não pára?

 

O MELHOR DE TODOS!

 

Gustavo Kuerten é o maior tenista brasileiro de todos os tempos. Ele parou de jogar oficialmente no último final de semana. Não porque quis. Mas sim porque não tinha mais condições físicas. Dificilmente, alguém chegará ao mesmo patamar de Guga no Brasil. Saudações a um eterno ídolo!



 Escrito por Marcel Capretz às 16h21 [] [envie esta mensagem]






Estoura no lado mais fraco

O técnico Giba errou ao assumir o Ipatinga.

Não sei se ele errou ao deixar o Paulista de Jundiaí.

Depende do ponto de vista.

Mas o Ipatinga ainda não tem estrutura de Série A.

Subiu no ano passado, graças ao excelente trabalho do técnico Emerson Ávila (hoje no Barueri) que soube agregar experiência com bons valores.

Não sei em qual rodada, mas Giba vai sair do Ipatinga.

Não por culpa dele.

Mas alguém terá que pagar o pato...



 Escrito por Marcel Capretz às 22h54 [] [envie esta mensagem]






Palmeiras esbarra na arrogância contra a Lusa

O Palmeiras achou que mataria a partida contra a Portuguesa no Pacamebu a hora que quisesse.

Não foi bem assim.

No primeiro tempo, o time de Vanderlei Luxembrugo sobrou.

Denilson jogou muito. Se movimentou pelos lados do campo, confundindo a defesa da Lusa.

Aos 20 minutos, o zagueiro David, que vem colocando Gustavo no banco, apareceu bem na área e marcou.

Alex Mineiro, aos 33, perdeu um penalti que não foi, "sofrido" por Denilson.

No segundo tempo, a Portuguesa veio cheia de gás.

Passivamente, o Palmeiras apenas assistiu o adversário jogar.

Pierre cansou.

Martinez já não auxiliava tão bem o lateral-esquerdo Leandro e Leo Lima reviveu os seus dias de "chinelinho".

Aí apareceu o excelente Diogo da Portuguesa.

Ele empatou a partida aos 13 minutos do segundo tempo.

Mesmo com os jogadores palmeirenses tendo mais qualidade que os lusitanos, eles não tiveram no Pacaembu a mesma garra dos adversários.

E no final quase a Portuguesa virou o jogo.

Mérito para a entrega dos jogadores lusitanos e demérito para a arrogência do Palmeiras.  



 Escrito por Marcel Capretz às 20h27 [] [envie esta mensagem]






São Paulo fica apenas no empate com Coritiba

O São Paulo começou jogando melhor no Morumbi.

O lado direito com Zé Luis e, pasmem, Joílson funcionava melhor do que o esquerdo.

Inclusive, é válido destacar: Muricy Ramalho quebrou o São Paulo em 2008 ao colocar Fábio Santos no time.

Richarlyson, jogador mediano, mas que pelo condicionamento físico atua com maestria no meio-de-campo, teve que ir para a ala esquerda para Fábio Santos entrar no time.

Voltando ao jogo, mesmo melhor na partida, o Tricolor sofreu o gol aos 14 minutos do primeiro tempo.

Rubens Cardoso (aquele!) marcou.

O São Paulo, diferentemente do que se esperava, não se abteu.

Tanto que empatou logo, aos 26 minutos, com Borges.

Aloísio jogou muito no primeiro tempo. Brigou, armou e finalizou.

No segundo tempo, o time todo do São Paulo caiu.

A eliminação na Libertadores pesou.

Os jogadores não tinham forças para empatar.

E no final, se não fosse o árbitro, o Coritiba poderia marcar o segundo.

Alex Silva fez pênalti em Rubens Cardoso.

Nada foi marcado.

O Coritiba tem um bom time; Michel, ex-Guaratinguetá, é um grande jogador.

Ao São Paulo, resta juntar os cacos, e lembrar que se não for bem no Brasileiro, em 2009 não tem Libertadores (desde 2004, o time está em todas as Libertadores).

Se algo não for mudado, isso tem grandes chances de acontecer.

 



 Escrito por Marcel Capretz às 18h26 [] [envie esta mensagem]






O fim de um ciclo no São Paulo

A maioria das coisas na vida é cíclica. Não todas. Mas a maioria é. Se
trouxermos isso para o futebol, então, essa maioria se torna
esmagadora. Coloco isso para explicar o que está acontecendo com o São
Paulo.
Um ciclo vitorioso, de conquistas e em que a auto-estima do torcedor
são-paulino foi resgatada, está chegando ao fim. A eliminação na
Libertadores, semana passada, foi um dos últimos capítulos de uma fase
que começou em 2003, quando o técnico Osvaldo Oliveira deixou o
tricolor.
O chileno Rojas, então preparador de goleiros, assumiu o time e foi
ele quem classificou o São Paulo para a Taça Libertadores de América
de 2004. A partir daí, Cuca, Emerson Leão, Paulo Autuori e Muricy
Ramalho deram seqüência a uma equipe determinada, guerreira, sólida na
defesa, com um meio-de-campo brigador e com alas fortes no apoio que
conquistou simplesmente dois Campeonatos Brasileiros, um Paulistão,
uma Libertadores e um Mundial.
Mas esse ciclo está chegando ao fim. O São Paulo não apresentou neste
ano nada que lembrasse o time vitorioso dos anos anteriores. Culpa da
diretoria que não soube contratar corretamente como antes e até do
treinador que não conseguiu dar um padrão tático ao que tinha em mãos.
Muricy Ramalho participou muito bem dessa fase maravilhosa que ficará
para sempre na história tricolor. Porém, hoje, ele já não conseguirá
mais dar frutos ao clube. Talvez, Muricy não saia imediatamente pelo
simples fato de não haver bons nomes no mercado. Mas o São Paulo só
voltará a ser vencedor no médio prazo. Um novo ciclo tem que começar.
Sem Muricy Ramalho.



 Escrito por Marcel Capretz às 18h06 [] [envie esta mensagem]






E-MAIL MANDADO, E-MAIL POSTADO

From: Guilherme Cardoso
To: Marcel Capretz
Date: Sat, 24 May 2008 09:35:48 -0300 (ART)
Subject: Fim da era tricolor??

Capretz, acompanho seutrabalho pela 105 e tb pelo site do futebolinterior, porém não concordo que :
 
1º o futebol é ciclico ( ou qualquer outra coisa)
Isso é uma bobagem tudo sempre sera diferente, o uruguai é exemplo disso, e mesmo dentre as coisas que se parecem os momentos são totalmente diferentes, ou o santo andré voltara a ganhar a copa do brasil, ou o paulista, não!!! ou pode ser mas nada tera a ver com ciclos. Mas as grandes equipes sempre estão brigando pelos primiros lugares. Só uma mal gestão pode levar a uma trageida de um grande, timão, flu na terceira, botafogo, bahia, e tantos outras mal adminitrados.
 
2º Não acho que o muricy não tenha mais capacidade de fazer este time ganhar, ou que o tricolor só voltara a vencer a medio prazo. Penso que como os ajustes que aontecerão na janela do meio do ano, o sampa, tem grandes chances de fazer um bom brasileirao e voltar a libertadores, e ate brigar pelo titulo. PQ?? O tricolor é um clube organizado, e nao me lembro nos ultimos 15 anos de o sampa nao ter bons times sempre chegando, desde 92 o sampa chegou, não ganhou, verdade, mas chegou. O time que tinha Dodo , aristizabal, frança, tinha já o rogerio, time que ganhava muito, chegava sempre, mas nao era campeao. Mas ser o primeiro é mero detalhe, importante, mas um detalhe, isso não é fruto so de um bom trabalho e tb de  sorte, de competencia, de experiencia de momento. Diferente da maioria dos times o tricolor sempre esta brigando por titulos, e assim ficara na minha visao, pois demonstrou sua organizaçao durantes os ultimos anos, uma derota no ultimo minuto, nao pode ser o fim de um ciclo.( se podemos falar em ciclos)
 
3º O tricolor realmente se preciptou nas suas contrataçoes, porém se vc fosse dirigente e tivesse a oportunidade de contratar, adriano, carlos alberto, fabio santos, nao os contrataria??? Penso q o tricolor perdeu sua identidade dentro de campo, nunca vi o rogerio tão quieto, tao preparado para perder, o time tao distante, sem um conjunto e ate o muricy mais nervoso do que o normal. Nao substituiram os jogadores com caracteristicas dos que se foram, desde o danilo, mas entraram num oba oba pra fazer do sampa um time de estrelas, coisas que nunca foi, o sampa sempre revelou, fez jogadores crescerem,nunca teve, desde o dia que torço pro tricolor, um time de estrelas.Assim penso que o derota para o flu, foi uma tragedia, pois foi no ultimo minuto, mas não o fim de um trabalho que começou as mais de 15 anos, que nem sempre acaba em titulos, mas em boas campanhas, coisa que me parece que nem a imprensa nem a torcida percebe. È o caso do kaka, a torcida nao via o craque que ali estava um jogador com tecnica velocidade chute, passe, cabeceio, um jogador completo, e a torcida pediu para ele sair por que nao ganhou titulos.
 
O que o sampa tem que fazer  e vai fazer , é compor o elenco nas suas carencia, volante, lateral esquerdo, um zagueiro e pricipalmente um meia, mas nada de jogador que chegue par ser o cara , nao, tem q vir para somar, craque no sampa só o rogerio, quando tudo isso passsar pode ter certeza que daqui alguns meses ou ate mesmo ano que vem quem vai dar sendo ovacionado pela torcida e imprensa sera o rogerio. Bom e o adriano que em duas semanas, todo mundo falava que ele resolvia, que era o craque da libertadores, provou que ele nao resolve sozinho, e o seu gol foi gol do aloisio pela jogada, e mais uma vez a imprensa , no geral, errou em levar o adriano do ceu ao inferno em um mes. Pode te certeza que o smapa, e o muricy ainda vão voltar a libertadores, e o time voltara a vencer com algumas peça que ai estao e com alguns que surgiram. Parabens pelo tabalho acompanho sempre a 105, concordo com seus comentarios na grande maioria, mas com este ciclo não blzz....
manda um abraço para todos da 105 e bom tarbalho..
so me responda uma pergunta o q aconteceu co o Weber lima?? blz..ate mais...



 Escrito por Marcel Capretz às 18h06 [] [envie esta mensagem]






"Supernanny" do SBT leva soco de menino de 4 anos

A educadora Cris Poli, que interpreta a babá do programa "Supernanny", do SBT, levou um soco de uma criança visitada pela atração.

O menino Victor Hugo, de apenas quatro anos, bateu na educadora, informou o SBT. A cena vai ao ar no episódio que será exibido neste sábado (17), às 20h. A emissora disse que o menino pega facas e objetos cortantes e aponta para quem decide enfrentá-lo.

O garoto tem um irmão, Caio Lucas, 3, que segue os passos do primogênito na indisciplina. A emissora informou ainda que a babá soube conduzir a agressão com "muita didática".

Os dois meninos são filhos da guarda civil Maria Amélia, que afirmou à atração não saber mais "o que fazer para lidar com a indisciplina" dos dois filhos. Amélia é divorciada e vive com a mãe. A avó dos pequenos reclama que os netos "estão destruindo" sua casa.

Cerca de 25 mil famílias se inscreveram para receber a visita da educadora, informou o SBT. O reality show já visitou 40 famílias.



 Escrito por Marcel Capretz às 20h13 [] [envie esta mensagem]






Jô Soares "burla" estratégia da Globo de proteger Ronaldo

Jô Soares quebrou ontem de madrugada, no "Programa do Jô", a estratégia da Globo de proteção ao atacante Ronaldo. A informação é da coluna Outro Canal, de Daniel Castro, na Folha desta quinta-feira (15), que está nas bancas.

O conteúdo completo da coluna é exclusivo para assinantes UOL e Folha.

"Ele [Ronaldo] podia se apaixonar por umas travestis mais bonitinhas, não podia?", soltou Jô durante uma entrevista.

Ainda na Folha de hoje, a colunista Mônica Bergamo informa que o atacante Ronaldo mandou buscar a namorada, Bia Antony, em um jato particular, em Brasília, para que os dois se encontrassem no Rio.

De acordo com Bergamo, ela estava dando um gelo nele depois do escândalo dos travestis. O conteúdo completo da coluna Mônica Bergamo é exclusivo para assinantes UOL e Folha.



 Escrito por Marcel Capretz às 20h12 [] [envie esta mensagem]






Sergio Mallandro diz que João Kléber "capitalizou" suas invenções

O músico João Gordo visitou a casa do apresentador Sergio Mallandro para uma edição de seu programa "Gordo Visita", na MTV.

No bate-papo entre os dois, Mallandro contou que a apresentadora Xuxa teve que "empurrar muito" sua "moto enguiçada" no começo da carreira dos dois.

Em uma declaração polêmica, o apresentador afirmou também que João Kleber "capitalizou muito" em cima de invenções suas e cita o quadro "Teste de Fidelidade" como exemplo.

João Gordo e o apresentador ainda aproveitaram o encontro para relembrar sucessos de Mallandro na TV, como os programas "A Porta dos Desesperados" e "A Casa dos Desesperados" e o hino trash "Vem fazer Glú Glú".

O "Gordo Visita" com Sergio Mallandro vai ao ar na próxima segunda-feira (19), às 23h30.



 Escrito por Marcel Capretz às 20h11 [] [envie esta mensagem]






Radialista Antônio Carvalho morre vítima de leucemia em São Paulo

O radialista Antônio Carvalho, 62, morreu vítima de leucemia às 4h deste sábado no Hospital Alvorada, em Moema (zona sul de São Paulo). O profissional, que trabalhava na rádio Bandeirantes, estava internado desde o início de abril.

O velório começou ao meio-dia no cemitério e crematório Horto da Paz, em Itapecerica da Serra (Grande São Paulo). O enterro está marcado para as 17h deste sábado, no mesmo local.

Natural de Lavras (MG), Antônio Carvalho começou a trabalhar em rádio aos 13 anos, quando foi repórter da rádio Cultura de Lavras. Em 1968 mudou-se para São Paulo, com o objetivo de se formar em Direito e trabalhar na rádio Bandeirantes.

Atuou na Jovem Pan até setembro de 1969, quando entrou para a equipe da Bandeirantes no programa "Titulares da Notícia".

Desde então, apresentou na rádio diversos programas como o "Freqüência Balançada", o vespertino "Acontece" e o ainda no ar "Ciranda da Cidade", até chegar nos que apresentava atualmente: "Arquivo Musical", desde o início da década de 70, e "Grande Sampa", desde 2001.

Nos últimos anos a leucemia o afastou diversas vezes do trabalho de radialista, até que no dia 8 de abril Antônio Carvalho apresentou pela última vez o noticiário da madrugada "Grande Sampa". Na ocasião, já estava debilitado pelo tratamento da doença e teve que ficar internado



 Escrito por Marcel Capretz às 20h10 [] [envie esta mensagem]






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O que era bom, ficou ainda melhor. O tradicional programa esportivo de TV, FUTEBOL ESPORTE SHOW COM MARCEL CAPRETZ, ganhou novo cenário, nova roupagem e novos quadros.

O programa Futebol Esporte Show, apresentado pelo jornalista Marcel Capretz, que também é apresentador da 105 FM e repórter da TVB, afiliada do SBT, vem se destacando pelos debates coerentes e pelas discussões sobre o mundo do futebol. Sempre contando com importantes comentaristas, a atração faz uma abordagem coerente e profunda de tudo o que circunda os bastidores do esporte mais popular do Brasil
 
. Outro destaque da atração é a interatividade; nenhum outro programa de TV faz o que o Futebol Esporte Show faz; através de três linhas, o telespectador tem a chance de participar ao vivo do programa, intervindo nas discussões e fazendo perguntas aos convidados.

"A interatividade é hoje o caminho da mídia e quem investir nisso, com certeza, sai na frente dos demais", afirma Valeria Angeli, coordenadora do curso de jornalismo da Unip de Jundiaí e que em outubro do ano passado dedicou uma palestra de duas horas aos seus alunos para falar do formato com que o Futebol Esporte Show é produzido e apresentado.

E como o programa sempre foi de vanguarda, não só torcedores de
Jundiaí tem a oportunidade de acompanhá-lo. Ciente de que a
convergência de mídia é o caminho, o Futebol Esporte Show é o primeiro programa esportivo de São Paulo a ser transmitido pela internet, através do site Futebol Interior(www.futebolinterior.com.br).

"O programa tem muita qualidade e credibilidade e internautas não só do Brasil, como do mundo todo o acompanham pelo site", disse Elcio Paiola, diretor do Futebol Interior.

O Futebol Esporte Show vai ao ar toda segunda e terça-feira às 20 horas na TV Japi, canal 3 da NET. O contato com a produção e com o departamento comercial do programa pode ser feito pelo número (11) 9632-2201.
 
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 Escrito por Marcel Capretz às 14h56 [] [envie esta mensagem]






O que será do futuro do Paulista?!

O fato de o técnico Giba não ter aceito a proposta do Paulista para
permanecer em Jundiaí pelos próximos três anos, conforme queria a
diretoria, abre um precedente perigoso.
Giba ouviu e entendeu bem o projeto que o Campus Pelé tem para o
clube. O treinador gostou, mas pediu um time competitivo já para o
Campeonato Brasileiro da Série C deste ano. Giba não entra para
perder. Ele não começou ontem no futebol para esperar algo que promete
dar frutos apenas daqui alguns anos e não no presente; não é isso que
ele e nem a coletividade jundiaiense quer. Categoria de base, centro
de treinamento para garotos, trabalho multidisciplinar; tudo isso é
maravilhoso, mas não dá títulos nem acessos no curto prazo.
Durante a semana, Giba declarou que estava tudo definido para
continuar no Paulista. Na última sexta-feira mudou de opinião e
decidiu ir para o Ipatinga. Será que o treinador sentiu que não teria
o suporte necessário para formar um time que objetivamente entre para
subir para a Série B do Campeonato Brasileiro? Se for perguntado,
claro que irá declarar oficialmente que não é isso. Mas...
O atual momento do Paulista é decisivo para a definição do que será do
clube pelos próximos anos. A diretoria tem nas mãos a chance de
mostrar que o rebaixamento do ano passado foi apenas um acidente. O
técnico a ser escolhido e, principalmente, as contratações de
jogadores devem ser criteriosas. Desde 2001, o Paulista não forma um
time para a disputa da terceira divisão. Há particularidades. Se o
time não for formado com muito cuidado, temo dias terríveis em Jayme
Cintra. A Série C deste ano é classificatória. Série D é mais do que o
fundo do poço.
Que a saída de Giba não faça o Paulista perder a direção. A diretoria
tem que trazer para si a responsabilidade. De repente, o que pode ser
feito neste ano não poderá ser no ano que vem.

 Escrito por Marcel Capretz às 20h57 [] [envie esta mensagem]






SÃO PAULO X PALMEIRAS

Verde na frente

O Palmeiras é favorito hoje diante do São Paulo. Ou melhor. O time de
Vanderlei Luxemburgo é o grande favorito para vencer o Campeonato
Paulista. Não é cedo para falar que o Palestra tem pinta de campeão. E
não fica só na pinta, não.
Os laterais do Palmeiras, Elder Granja e Leandro, marcam bem e atacam
com eficiência (Leandro vinha mal no ano passado e Luxemburgo deu um
'jeito' nele); Léo Lima como volante é a grata surpresa e Alex Mineiro
achou em Kléber o seu companheiro ideal de ataque. Sem falar, é claro,
de Valdívia que, com a cabeça no lugar (sem trocadilhos), é um dos
melhores jogadores em atividade do futebol brasileiro.
E a supremacia alviverde fica ainda mais evidente, se comparada com o
trágico momento são-paulino. O tricolor só vai conquistar algo neste
semestre se os jogadores se fecharem, se unirem. No que depender da
diretoria e até da comissão técnica, o primeiro semestre de 2008 será
igual ao de 2007.  O planejamento do São Paulo para esta temporada
lembrou àqueles feito pelas administrações tricolores no final da
década de 90. Abruptamente, mudou-se a postura de trazer jogadores
'carregadores de piano' e de grupo para trazer os tais 'bad-boys'. As
outras contratações também foram abaixo das expectativas; jamais
poderiam ter vindo jogadores do estigmatizado Botafogo. Para piorar,
Muricy está perdido e não acha uma forma de o time jogar.
A soberba dos dirigentes são-paulinos pode ser compensada, como já
mencionei, pela força dos jogadores, impulsionada principalmente pelo
quarteto Rogério Ceni, Miranda, Hernanes e Jorge Wagner. Caso
contrario, recomendo que os palmeirenses passem na banca mais próxima
e já comprem a faixa de campeão.



 Escrito por Marcel Capretz às 20h56 [] [envie esta mensagem]






Futebol Esporte Show muda cenário, volta a internet e sorteia camisa do Paulista

O tradicional programa de esportes da TV Japi terá a partir desta semana uma nova roupagem, voltará a ser transmitido pelo site Futebol Interior e você é quem pode ganhar uma camisa do
Paulista

O que era bom, vai ficar ainda melhor. A partir desta segunda-feira, o programa Futebol Esporte Show iniciará uma nova fase. O tradicional programa esportivo de TV de Jundiaí ganhará novo cenário, (produzido
pelo arquiteto Fábio de Oliveira), nova roupagem e novos quadros.
E já de cara, você, telespectador, leitor e internauta saem ganhando:
escrevendo agora no e-mail: futebolesporteshow@yahoo.com.br você
concorre a uma maravilhosa camisa oficial do Paulista de Jundiaí.
O programa Futebol Esporte Show, apresentado pelo jornalista Marcel
Capretz, que também é apresentador da 105 FM e repórter da TVB,
afiliada do SBT, vem se destacando pelos debates coerentes e pelas
discussões sobre o mundo do futebol, principalmente das coisas do
Paulista. Sempre contando com importantes comentaristas, a atração faz
uma abordagem coerente e profunda de tudo o que circunda os bastidores
do Estádio Dr. Jayme Cintra. "Gosto muito do programa; tudo o que é
falado no Futebol Esporte Show repercute bastante", afirma o
vice-presidente do Paulista, Luiz Roberto Raymundo, o Pitico. Outro
destaque da atração é a interatividade; nenhum outro programa de TV
faz o que o Futebol Esporte Show faz; através de três linhas, o
telespectador tem a chance de participar ao vivo do programa,
intervindo nas discussões e fazendo perguntas aos convidados. "A
interatividade é hoje o caminho da mídia e quem investir nisso, com
certeza, sai na frente dos demais", afirma Valeria Angeli,
> coordenadora do curso de jornalismo da Unip de Jundiaí e que em
outubro do ano passado dedicou uma palestra de duas horas aos seus
alunos para falar do formato com que o Futebol Esporte Show é
produzido e apresentado.
E como o programa sempre foi de vanguarda, não só torcedores de
Jundiaí tem a oportunidade de acompanhá-lo. Ciente de que a
convergência de mídia é o caminho, o Futebol Esporte Show é o primeiro
programa esportivo de São Paulo a ser transmitido pela internet,
através do site Futebol Interior (www.futebolinterior.com.br). "O
programa tem muita qualidade e credibilidade e internautas não só do
Brasil, como do mundo todo o acompanham pelo site", disse Elcio
Paiola, diretor do Futebol Interior. O Futebol Esporte Show vai ao ar
toda segunda e terça-feira às 20 horas na TV Japi, canal 3 da NET. O
contato com a produção e com o departamento comercial do programa pode
ser feito pelo número (11) 9632-2201.

>

 Escrito por Marcel Capretz às 17h09 [] [envie esta mensagem]






Casão!

Alguns posts abaixos, vocês vão ver uma matéria sobre o Casagrande.

Para quem não teve ciência, a Revista Placar deste mês traz uma matéria que expõe o drama do ex-jogador.

Casão não consegue se livrar das drogas.

Tenta, tenta, mas o vício é maior.

Muita gente criticou a revista por achar que ele não deveria ser exposto da maneira que for.

Eu discordo.

Uma matéria como essa, de repente, pode até judá-lo!

Força, Casão!



 Escrito por Marcel Capretz às 15h26 [] [envie esta mensagem]






Os desvios da mídia - e do público

O que os americanos acham do jornalismo americano? E nós com isso?
Por suas inconsistências, que levam a pensar que os consumidores de informação muitas vezes são juízes tão pouco isentos como seriam, segundo eles, os produtores a quem criticam, e pelas comparações que permitem estabelecer com o Brasil – a um observador brasileiro, naturalmente –, as respostas mais do que justificam a leitura de um dos três relatórios especiais que fazem parte da monumental edição de 2008, do State of the News Media, divulgada duas semanas atrás.
O relatório especial se intitula “Atitudes do Público”. Contém uma notícia má e outra, menos má. A primeira é que a maioria dos americanos acha que a imprensa é politicamente enviesada, e que as suas matérias são freqüentemente imprecisas. A segunda é que, na contramão da tendência dos anos recentes, essa visão negativa deixou de se acentuar.
No meio disso, um cacho de contradições.
Muitos se dizem insatisfeitos com a grande imprensa – apenas 60% dos entrevistados têm uma opinião favorável dos diários de circulação nacional, como o New York Times. No entanto, gostam dos jornais locais que assinam. O que induziu o autor do relatório, Robert Ruby, a se perguntar quantos, entre os detratores dos jornalões, os lêem de verdade.
A maioria também critica os telejornais das grandes redes e das TVs a cabo, mas aplaude o noticiário das emissoras locais.
A instituição imprensa tem menos credibilidade do que qualquer organização jornalística tomada isoladamente. Suspeita-se do jornalismo em geral, mas não daquele em que se presta atenção – sinal, talvez, de que as vaias, por serem dirigidas a um alvo abstrato, representem uma reação menos significativa do que os elogios ao noticiário que efetivamente se segue.
Além disso, mais americanos dizem confiar no seu jornal diário do que na Suprema Corte, no Congresso e nos partidos. E ainda: em relação aos cinco últimos levantamentos periódicos do estado da mídia nos EUA, feitos pelo Project for Excellence in Journalism, nunca foi tão ampla, como agora, a maioria dos que consideram a imprensa “altamente profissional” (66%).
No mesmo período aumentou também a proporção da minoria que acha que a imprensa toma cuidado para não evitar o facciosismo político.
É de igual ordem de grandeza a parcela da população que acredita no jornalismo como o “cão de guarda” cuja vigilância inibe os poderosos de cometer malfeitos.
Pessoas, como se diz, são engraçadas. Quase a metade dos americanos critica a mídia – acertadamente – pelo excessivo espaço dado às chamadas celebridades. Mas as pesquisas de mercado indicam que parte ponderável dos mesmos críticos curte matérias com esse tipo de gente.
A preocupação em dar “resposta certa” numa pesquisa pode ter contribuído para o fato de 80% dos entrevistados pelo Pew Research Center declararem que gostariam que a mídia americana focalizasse mais as posições dos candidatos à Casa Branca este ano do que os outros aspectos da campanha. Decerto passa de 20% a proporção dos que se deliciam com os factóides do noticiário da disputa eleitoral – em especial com a fofocalhada que a acompanha.
Ainda na mesma clave, há o caso do uso da internet. Segundo uma sondagem, cresce o número daqueles que têm na web a sua fonte primária de informação. Até aí, tudo bem. Ocorre que os freqüentadores de sites e blogues formam o contingente mais crítico da mídia convencional – muitos deles talvez sem se dar conta de que o noticiário eletrônico a que dão preferência tende a ser basicamente a versão online do material que sai nos periódicos e emissoras de que desdenham.
Mais da metade dos que dizem acompanhar a campanha eleitoral americana pela internet em primeiro lugar, mencionam três sites em especial. Só que dois deles – os da MSNBC e CNN – se enquadram naquela categoria. A exceção é o terceiro, Yahoo News.
O relatório especial “Atitudes do Público”, do State of the News Media, sugere que as pessoas preferem se informar na net não – ou não só – porque o jornalismo eletrônico seja melhor do que o tradicional, mas por uma questão de conveniência: acesso mais fácil ao que quer, na hora em que se queira. O formato diferente de conteúdos idênticos é o que conta.
“A confiança na imprensa não se correlaciona necessariamente com o seu uso”, assinala o relatório, numa de suas principais passagens. “Muitas vezes, alguns dos que mais desconfiam da mídia são os seus mais freqüentes consumidores.”
Isso valeria para o Brasil? Difícil dizer porque a internet aqui ainda é para poucos, poucos são os leitores de jornais – e imenso é o predomínio de uma fonte, a Rede Globo, no setor de mídia que é a fonte básica de informação para a esmagadora maioria dos brasileiros.
Mas dá para apostar que uma pesquisa do gênero, entre nós, destacaria nas atitudes do público incongruências e contradições não de todo dissimilares daquelas flagradas nos Estados Unidos.
Ali, o fator singular que passou a competir de igual para igual com todos os outros concebíveis na avaliação popular da mídia são as inclinações políticas do público: os juízos sobre a imprensa variam claramente conforme as afinidades partidárias de cada qual.
Nos EUA é a polarização entre democratas e republicanos. Entre os primeiros, 29% acham que a mídia é parcial. Entre os segundos, 70%!
No Brasil, a julgar notadamente pelos que manifestam na internet as suas opiniões sobre mídia e política, a imprensa é vista de um modo pelos opositores do governo Lula e de ponta-cabeça pelos seus defensores.
A ressalva da internet é importante porque na última sondagem CNI-Ibope, divulgada semana passada, que lida com uma amostra da população inteira, em que se dilui, portanto, a parcela dos usuários da web, a alternativa mais votada no item relativo à percepção do noticiário sobre o presidente Lula, pela segunda rodada consecutiva, foi a de que as notícias divulgadas recentemente não eram nem mais favoráveis nem mais desfavoráveis ao seu governo.
Compartilharam dessa impressão 32% dos entrevistados. Outros 27% responderam que as notícias eram “mais favoráveis” ante 23% de “mais desfavoráveis” e 18% que não souberam ou não quiseram responder. Pela primeira vez desde abril de 2007 a alternativa “mais favoráveis” prevaleceu sobre a que lhe é oposta.
Está mais do que na hora de se ter uma versão brasileira do State of the News Media. Provavelmente a seqüência de levantamentos dissiparia uma pá de raciocínios em bloco, como se dizia no velho Pasquim, sobre os rumos da imprensa nacional e a evolução das atitudes do público em relação a ela.

Fonte:Verbo Solto



 Escrito por Marcel Capretz às 15h19 [] [envie esta mensagem]






CASO COMPLEXO - ISABELLA OLIVEIRA NARDONI

Observatório da Imprensa

Por Luiz Antonio Magalhães em 2/4/2008

 

O episódio da morte da menina Isabella Oliveira Nardoni, de 5 anos, que está comovendo o país, e é um desses casos policiais repletos de mistérios e que pode até ter um final surpreendente. A partir da história contada pelo pai e pela madrasta da menina à polícia, as suspeitas se voltaram justamente contra o casal, especialmente o pai: segundo o relato, ele teria subido para o apartamento com Isabella já adormecida, colocado ela na cama, trancado a porta e retornado para a garagem a fim de ajudar sua mulher a subir com os dois filhos do casal, meio-irmãos da garota. Quando enfim os dois voltaram ao apartamento com as crianças, a porta estaria aberta, a luz do quarto dos irmãos de Isabella acesa, e a rede de proteção, cortada. Por ali a menina teria sido jogada para a morte.


Uma série de indícios, porém, colocaram em xeque a versão do pai e da madrasta: havia vestígios de sangue no apartamento, Isabella parece ter morrido por asfixia e quebrou apenas um pulso na queda. Há também o relato de vizinhos que teriam ouvido a menina gritar "Pára, pai! Pára, pai!". Tudo isto deu motivo para que uma delegada que acompanha o caso tenha chamado o pai de Isabella de assassino na saída do depoimento à polícia. Segundo informação publicada nos jornais, há entre os investigadores quem acredite que Isabella sequer foi jogada pela janela.


A soma dos indícios sem dúvida pode levar o público a desconfiar da história contada pelo pai e pela madrasta da criança morta, mas não pode de maneira alguma permitir que os responsáveis pela publicação das reportagens sobre o caso tratem o casal como culpados ou mesmo suspeitos em um momento tão inicial das investigações.


Condenado a priori


Quando estourou o caso da Escola Base, hoje um exemplo estudado nas faculdades sobre o que não deve ser feito em matéria de jornalismo policial, um único jornal desconfiou da história e se recusou a dar uma linha sobre a cascata. Quando o caso foi elucidado e a inocência dos donos da escola restou provada, houve quem sugerisse que o hoje extinto Diário Popular recebesse, naquele ano, o Prêmio Esso de jornalismo pela não publicação das matérias.


Tempos depois, o Diário Popular foi vendido para as Organizações Globo e mudou de nome para Diário de S.Paulo. Pelo visto, mudou também de caráter: a primeira página reproduzida abaixo, da edição de terça-feira (1/4), configura um verdadeiro crime contra o bom jornalismo. Não se trata aqui de defender o pai de Isabella – ele pode até ser culpado pela morte da filha –, mas de constatar que a capa do Diário fere os princípios mais básicos da ética jornalística e da presunção da inocência.


Um cínico pode alegar que tudo que está na manchete do jornal é verdadeiro, o Diário não veiculou informação falsa nem acusou peremptoriamente o pai de Isabella de assassinato. Sim, e provavelmente esta capa passou pelo departamento jurídico do jornal para avaliar se ela poderia ser objeto de processo. A manchete certamente também cumpriu o objetivo de fazer o jornal vender mais. Os responsáveis pela publicação sabem, também, que esta manchete destruiu a reputação do pai de Isabella. Ainda que no final das investigações o assassino seja outra pessoa, como bem observou na terça-feira (2/4) o jornalista Clóvis Rossi na Folha de S.Paulo (ver íntegra abaixo), o pai de Isabella já foi condenado pela imprensa. No caso do Diário de S.Paulo, foi condenado e exposto com requintes de crueldade.


Lição esquecida


Para o advogado do casal, a menina realmente gritou, mas foi por ajuda: teria sido algo como "Pára, pára! Pai, pai!", o que também faz sentido se ele estivesse sendo atacada por uma terceira pessoa. A quem mais ela poderia recorrer senão ao pai?


O Diário de S.Paulo apostou todas as suas fichas em uma hipótese, a de que o pai de Isabella está envolvido na morte da filha. Se ele de fato estiver, o jornal tripudiou sobre um assassino. Se não estiver, acabou com a vida de um homem inocente. O bom jornalismo poderia evitar este tipo de atitude intempestiva. Ao que parece, a lição da Escola Base já começou a ser esquecida.



 Escrito por Marcel Capretz às 15h13 [] [envie esta mensagem]






O caso de Veja - Por Luis Nassif

O maior fenômeno de anti-jornalismo dos últimos anos foi o que ocorreu com a revista Veja.  Gradativamente, o maior semanário brasileiro foi se transformando em um pasquim sem compromisso com o jornalismo, recorrendo a ataques desqualificadores contra quem atravessasse seu caminho, envolvendo-se em guerras comerciais e aceitando que suas páginas e sites abrigassem matérias e colunas do mais puro esgoto jornalístico.

Para entender o que se passou com a revista nesse período, é necessário juntar um conjunto de peças.

O primeiro conjunto são as mudanças estruturais que a mídia vem atravessando em todo mundo.

O segundo, a maneira como esses processos se refletiram na crise política brasileira e nas grandes disputas empresariais, a partir do advento dos banqueiros de negócio que sobem à cena política e econômica na última década..

A terceira, as características específicas da revista Veja, e as mudanças pelas quais passou nos últimos anos.

O estilo neocon

De um lado há fenômenos gerais que modificaram profundamente a imprensa mundial nos últimos anos. A linguagem ofensiva, herança dos “neocons” americanos, foi adotada por parte da imprensa brasileira como se fosse a última moda.

Durante todos os anos 90, Veja havia desenvolvido um estilo jornalístico onde campeavam alusões a defeitos físicos, agressões e manipulação de declarações de fonte. Quando o estilo “neocon” ganhou espaço nos EUA, não foi difícil à revista radicalizar seu próprio estilo.

Um segundo fenômeno desse período foi a identificação de uma profunda antipatia da chamada classe média mídiatica em relação ao governo Lula, fruto dos escândalos do “mensalão”, do deslumbramento inicial dos petistas que ascenderam ao poder, agravado por um forte preconceito de classe. Esse sentimento combinava com a catarse proporcionada pelo estilo “neocon”. Outros colunistas utilizaram com talento – como Arnaldo Jabor -, nenhum com a fúria grosseira com que Veja enveredou pelos novos caminhos jornalísticos.

O jornalismo e os negócios

Outro fenômeno recorrente – esse ainda nos anos 90 -- foi o da terceirização das denúncias e o uso de notas como ferramenta para disputas empresariais e jurídicas. 

A marketinização da notícia, a falta de estrutura e de talento para a reportagem tornaram muitos jornalistas meros receptadores de dossiês preparados por lobistas. 

Ao longo de toda a década, esse tipo de jogo criou uma promiscuidade perigosa entre jornalistas e lobistas. Havia um círculo férreo, que afetou em muitos as revistas semanais. E um personagem que passou a cumprir, nas redações, o papel sujo antes desempenhado pelos repórteres policiais: os chamados repórteres de dossiês.

Consistia no seguinte:

O lobista procurava o repórter com um dossiê que interessava para seus negócios.

O jornalista levava a matéria à direção, e, com a repercussão da denúncia ganhava status profissional.

Com esse status ele ganhava liberdade para novas denúncias. E aí passava a entrar no mundo de interesses do lobista.

O caso mais exemplar ocorreu na própria Veja, com o lobista APS (Alexandre Paes Santos).

Durante muito tempo abasteceu a revista com escândalos. Tempos depois, a Policia Federal deu uma batida em seu escritório e apreendeu uma agenda com telefones de muitos políticos. Resultou em uma capa escandalosa na própria Veja em 24 de janeiro de 2001 (clique aqui) em que se acusavam desde assessores do Ministro da Saúde José Serra de tentar achacar o presidente da Novartis, até o banqueiro Daniel Dantas e o empresário Nelson Tanure de atuarem através do lobista.

Na edição seguinte, todos os envolvidos na capa enviaram cartas negando os episódios mencionados. Foram publicadas sem que fossem contestadas.

O que a matéria deixou de relatar é que, na agenda do lobista, aparecia o nome de uma editora da revista - a mesma que publicara as maiores denúncias fornecidas por ele. A informação acabou vazando através do Correio Braziliense, em matéria dos repórteres Ugo Brafa e Ricardo Leopoldo.

A editora foi demitida no dia 9 de novembro, mas só após o escândalo ter se tornado público. 

Antes disso, em 27 de junho de 2001(clique aqui) Veja publicou uma capa com a transcrição de grampos envolvendo Nelson Tanure. Um dos “grampeados” era o jornalista Ricardo Boechat. O grampo chegou à revista através de lobistas e custou o emprego de Boechat, apesar de não ter revelado nenhuma irregularidade de sua parte. 

Graças ao escândalo, o editor responsável pela matéria ganhou prestígio profissional na editora e foi nomeado diretor da revista Exame. Tempos depois foi afastado, após a Abril ter descoberto que a revista passou a ser utilizada para notas que não seguiam critérios estritamente jornalísticos.

Um dos boxes da matéria falava sobre as relações entre jornalismo e judiciário.



 Escrito por Marcel Capretz às 21h51 [] [envie esta mensagem]




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BRASIL, Sudeste, JUNDIAI, Homem, de 20 a 25 anos, Portuguese, English, Jornalismo Esportivo



O poder influencia a mídia?
Sim. A mídia é facilmente manipulada.
Não. É a mídia que "brinca" e faz o que quer com o poder.
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