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AGORA É OFICIAL Rodrigo Fabri não é mais jogador do Paulista. Ele acaba de se despedir dos jogadores e funcionários do clube. Ele vai disputar o Campeonato Catarinense e o Brasileiro da Série A pelo Figueirense. Confira abaixo a última entrevista que ele concedeu como jogador do Galo, no último sábado, dia 26 de janeiro. Escrito por Marcel Capretz às 16h56
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ENTREVISTA COM RODRIGO FABRI Como você avalia o momento atual do time do Paulista? É um momento muito delicado, com bastante dificuldades. Nesse momento, o grupo tem que se unir todo com o treinador e dar total apoio, além de fazer o nosso trabalho dentro de campo para tirar a equipe dessa situação. Sabemos que ainda faltam atletas para o nosso elenco e isso tem que ser corrigido o mais rápido possível, pois perdemos peças importantes e não tivemos reposição. O Marcus Vinícius vem pedindo jogadores, pois ele sabe que o nosso elenco está reduzido. Nesse contexto, como você está inserido? Se sente bem em campo? Eu estou sofrendo muito assim como os meus companheiros. Me sinto bem em campo, tanto na parte tática, quanto na parte física. O problema é que as coisas não estão acontecendo como gostaríamos. Muito se questiona que falta um líder no atual elenco do Paulista. Você concorda? Não concordo muito com isso e não acho que esse seja o principal problema da equipe. Você poderia ser esse líder? Eu não posso me colocar como um líder. Sobre isso, acho que essa pergunta teria que ser feita para os outros atletas, para saber a opinião deles. O que te fez renovar o contrato com o clube e disputar o Paulistão 2008? O que me fez renovar com o Paulista foi o projeto do clube e a possibilidade de fazer uma pré-temporada completa com o professor Sinclair (Sinclair Garcia, preparador físico) e com o Marcus Vinícius. Qual a chance de você disputar a Série C do Campeonato Brasileiro? Não estou pensando nisso no momento. O nosso foco está totalmente voltado para o Paulistão. Um dos fatores que te levou a acertar com o Paulista no ano passado foi a presença do técnico Vágner Mancini. Você acha que sem ele, o clube não é mais o mesmo? Logo após a saída do Mancini depois do Paulistão, o clube se desestruturou e ainda está sofrendo com isso. Pela sua história no futebol, você é mais cobrado do que os outros jogadores no Paulista. Isso te incomoda? Isso não me incomoda em nada. Qual foi o melhor momento da sua carreira? Tive vários bons momentos. No Brasil, em 1996 e 1997 pela Portuguesa. Depois, de 2001 a 2003 no Grêmio e no primeiro semestre de 2005 no Atlético Mineiro. Já na Europa, tive bons momentos no Valladolid da Espanha de 1999 a 2000 e depois no Sporting de Portugal de 2000 a 2001. E o pior? Com certeza foi em 2007 aqui pelo Paulista, onde não pude fazer uma boa pré-temporada e não pude render tudo aquilo que eu esperava, ficando fora de alguns jogos. Escrito por Marcel Capretz às 16h43
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