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PAULISTA PEGA O BARUERI EM JAYME CINTRA Vencer por um gol ou por goleada vale os mesmos três pontos na tabela de classificação. Correto, Giba?! “Sim. Independentemente do saldo de gols, os pontos são os mesmos”. Sabendo disso, qual o placar que você espera hoje na partida entre Paulista e Barueri, às 19h30, no Estádio Dr. Jayme Cintra? “Eu quero que o Paulista vença nem que seja pelo placar mínimo. Mas quero que vença. Pode ser de 1 a 0, ou pelo placar que for. Precisamos demais da vitória hoje”, respondeu o treinador do Galo. É com esse espírito guerreiro, traduzido nas palavras do comandante, que os jogadores do Paulista vão se transformar em soldados e buscar a vitória a todo custo na guerra contra o Barueri. A equipe jundiaiense vem de um bom resultado – empatou na última partida fora de casa com o Noroeste-. Mesmo assim o único resultado que todos esperam em Jayme Cintra é uma vitória tricolor. “Não podemos nos iludir pelos resultados que tivemos nas rodadas passadas. Só conseguimos atingir uma posição intermediária na tabela, porque fizemos a nossa parte dentro de casa. O Barueri é uma pedreira e se não entrarmos com tudo não vamos vencer”, afirmou o treinador. O Barueri é o segundo colocado do Campeonato Paulista, atrás somente do Guaratinguetá. Porém, o time da Grande São Paulo nunca venceu o Paulista em Jundiaí. No ano passado, inclusive, pelo Campeonato Brasileiro da Série B o Galo deu um show e aplicou uma goleada histórica: 7 a 0. A outra vitória do Paulista em Jundiaí foi no dia 21 de janeiro de 2007 por 1 a 0 com gol de Rever. “Aquele jogo dos 7 a 0 foi inesquecível, mas é passado. Se entrarmos hoje pensando naquela partida, fatalmente vamos perder”, afirmou Marco Aurélio, que foi titular na partida do ano passado como lateral, mas está sendo aproveitado pelo técnico Giba como meia. E se depender do jogador, atuar na lateral, “nuca mais”. “Vou deixar para os meninos mais novos. Na meia, dá para ocupar os espaços melhor. Gostei da posição e pretendo seguir nela até o fim da minha carreira”, afirmou o jogador que terá as companhias de Jairo, Tiago Fraga e Ricardinho no meio-de-campo. Na defesa, Giba vai manter Bruno Ribeiro, Rever, Diego Padilha e Eduardo. No ataque, porém, o treinador vai promover uma mudança: Neto Baiano retorna e Júlio César vai para o banco de reservas. “O Neto cumpriu suspensão automática na última partida e agora volta normalmente. Ele vive um grande momento e vamos contar com o Júlio possivelmente em uma entrada no segundo tempo”, explicou Giba. Everton Costa que jogou contra o Noroeste está mantido entre os onze titulares. Escrito por Marcel Capretz às 22h24
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Armando Bracali: saímos do Grêmio por sermos ofensivos Preparador de goleiros do Paulista durante 16 anos, Bracali saiu do Grêmio junto com Vagner Mancini, por, segundo ele, "jogar pra frente". Armando Bracali tem história no Paulista. Foram 16 anos no clube. No currículo, muitos títulos. Copa São Paulo de Juniores de 1997, Brasileiro da Série C em 2001 e o inesquecível título da Copa do Brasil em 2005, foram alguns deles. Nos últimos anos, Bracali firmou uma sólida amizade com Vagner Mancini passou a ser seu auxiliar. Juntos, eles foram para Dubai, dirigir o Al Naser e no começo do ano assumiram o Grêmio, de onde, estranhamente foram demitidos na semana passada. Nesta entrevista ao JORNAL DA CIDADE, Armando fala do seu trabalho no Grêmio e de algumas razões que podem ter levado a diretoria do clube gaúcho a demiti-lo. A diretoria do Grêmio apresentou algum motivo ao demitir você e o Vagner Mancini? Não foi falado nada. Acredito que os dirigentes não estavam acostumados a ver o time jogando pra frente, ofensivamente, como nós estávamos fazendo. Houve alguma briga entre vocês e os diretores? Briga não houve. Mas a relação com o diretor de futebol, Paulo Pelaipe, não era muito amistosa. Quando ele começou a querer interferir na escalação, o Mancini o cortou. Isso deve ter pegado mal. Não sei como eles trabalhavam antes, mas o Mancini jamais aceitou isso. A opinião pública ficou praticamente toda ao lado de vocês nessa demissão, até porque é muito estranho uma comissão ser demitida sem perder nenhum jogo (foram quatro vitórias e dois empates). Vocês acham que saem fortalecidos desse episódio? Fortalecidos, não sei. Mas todos viram o absurdo que foi a nossa saída. Não perdemos nenhum jogo, o time estava ganhando uma cara...todos que nos viam na rua, falavam que estavam do nosso lado. Nem a torcida, nem os jogadores entenderam. Você, particularmente, ficou frustrado? Há, sim, um sentimento de frustração. Fizemos toda a pré-temporada, estávamos com um projeto à longo prazo no Grêmio, reformulamos toda a equipe já que só o Eduardo Costa de titular ficou do ano passado, e de repente, sem explicação somos demitidos. Mas, tudo bem, a vida segue. Como foi a passagem de vocês pelo Al Naser, dos Emirados Arabes? Foi muito bacana. Chegamos para profissionalizar o clube; lá o futebol é muito amador. Dubai é uma cidade maravilhoso. Mas houve a proposta do Grêmio que pagou a multa rescisória e decidimos sair. O que você pensa para o futuro? Agora estamos descansando. Sigo como auxiliar do Vagner Mancini e pretendo acompanha-lo. Houve algumas propostas, mas o Mancini recusou (Ituano e São Caetano sondaram Mancini e Bracali, mas eles descartaram). Você pensa em voltar para o Paulista? Seria anti-ético falar qualquer coisa nesse sentido, pois o Giba está fazendo um trabalho maravilhoso. Já trabalhamos juntos e sei do grande potencial que ele tem. Foram 16 anos de trabalhos prestados ao Paulista. Qual foi o seu maior momento? Tive vários. Mas o maior, com certeza, foi o título da Copa do Brasil de 2005. Aquele time, aquele ímpeto foi algo inesquecível. Jamais vai sair da minha mente. Como está o seu filho, o goleiro Rafael Bracali (atualmente no Nacional de Portugal)? Ele está muito bem. Agora, atuando como titular. Ele ficou quatro jogos sem tomar gols e no final de semana passado, quando atuou contra o Benfica, foi escolhido pela imprensa portuguesa como o melhor goleiro da rodada. Escrito por Marcel Capretz às 22h11
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Vinda de Pelé nada tem a ver com o time profissional do Paulista Rei do futebol vem a Jundiaí, fala com garotos da base, mas não tem nenhum contato e nem menciona elenco profissional do Galo Pelé, o Rei do futebol, esteve na última quarta-feira em Jundiaí ministrando uma palestra para mais de 200 garotos das categorias de base do Paulista. Participaram do evento, que durou todo o dia, todos os dirigentes do Galo. Porém, de acordo com o presidente do clube, Eduardo Palhares, em nenhum momento Pelé perguntou do time profissional do Paulista. Tanto que enquanto o Rei conversava com os garotos em um sítio próximo a Itu, o técnico Giba comandava um treinamento bem longe, no Estádio Dr. Jayme Cintra. “Essa visita do Pelé em nada tem a ver com o time profissional. É algo do projeto Campus Pelé, direcionado apenas às categorias de base”, disse Palhares, ressaltando que essa visita do Rei está dentro do prazo previsto. “Prometemos que o Pelé viria a Jundiaí no ano passado, lançar a pedra fundamental do CT(Centro de Treinamento), mas não conseguimos todas as liberações para começar a obra. Por isso ele não veio em 2007. Já essa visita da semana passada estava agendada para acontecer. Tudo está dentro do previsto”, completou o presidente. Alegria Segundo Eduardo Palhares, a alegria dos garotos das categorias de base do Paulista em estar ao lado de Pelé era indescritível. “O Pelé é um mito, um jogador que transcede qualquer geração. Os nossos meninos não o viram jogar, mas não tem ninguém no futebol que não saiba quem foi ele. Os garotos pediram autógrafo, tiraram foto, foi mostrado um trecho do filme dele, enfim, se para nós que já somos um pouco mais velhos é uma emoção estar ao lado dele, imagina para esses garotos”, afirmou Eduardo. Novas visitas O que mais o torcedor do Paulista se questiona é quando Pelé voltará a Jundiaí. De acordo com o presidente do clube, as visitas do Rei serão mais constantes. “Ele deve voltar logo. O Pelé é o garoto propaganda da nossa parceria. É muito importante que ele esteja aqui”, disse Palhares, apontando que, diferentemente do que foi na semana passada, as próximas visitas de Pelé deve contar com a presença da imprensa. “Não achei esquisito o fato de a imprensa não ter entrado no último evento. Era algo interno e os jornalistas não precisavam estar presentes. Nos próximos, quem sabe, o Pelé dará entrevistas”, finalizou. Escrito por Marcel Capretz às 22h08
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Fala Pelé!!!! Muito legal a presença de Pelé em Jundiaí na última semana. Não havia sentido o projeto de parceria do Paulista se chamar Campus Pelé e o Rei do futebol não vir a Jundiaí nem ao menos uma única vez. Os jogadores das categorias de base conversaram com ele, tiraram fotos, pediram conselhos, enfim, tudo ocorreu da melhor maneira possível. Salvo, um porém. Porque Pelé não deu entrevistas? Porque nenhum jornalista jundiaiense teve acesso ao Rei do futebol? Poxa, não seria bacana, ele conceder uma entrevista coletiva, de meia hora apenas, em frente ao banner do Paulista? Por mais pressa e compromissos que ele possa ter, e eu realmente acredito que tenha, uma simples declaração dizendo que está acompanhando o Paulista, que o projeto segue firme e forte, já seriam suficientes. Escrito por Marcel Capretz às 21h49
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