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O estudo! Estou cursando a disciplina Mídia e Poder no curso de Pós-Graduação da Fundação Cásper Líbero e a partir de agora vamos começar a debater este importante e apaixonante tema aqui no Blog. Aberto a comentários! Valeu! Escrito por Marcel Capretz às 11h59
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MÍDIA E PODER por Regina Zappa
Não faz muito tempo, o New York Times anunciou que o linguista mais famoso do mundo, Noam Chomsky, era também o mais importante intelectual vivo. Chomsky, crítico feroz da "cumplicidade" entre a mídia e o poder e que chamou jornalistas do NYT de cães de estimação do Imperador, disse que se assustou. Estaria ele entregando os pontos? Não, mais provável é que a grande imprensa americana estivesse, finalmente, reconhecendo a importância do homem que revolucionou a linguística dos anos 60, desenvolveu uma ativa militância política e social num país desacostumado a botar tão fundo o dedo na própria ferida, e escreveu mais de 50 livros sobre política interna e externa dos EUA, e a mídia. Este tranquilo professor do MIT (Massachusetts Institute of Technology) já foi chamado de anarquista e paranóico. Ele falou ao Idéias em sua sala do MIT, em Cambridge, enfeitada com palavras de ordem em cartazes defendendo a luta palestina, da mulher, do Timor Leste, e contra a fome, a máquina e a discriminação. Em outubro, ele vem ao Brasil para uma série de conferências e para desvendar com a clareza e tranquilidade de sempre os demônios do poder, do capital e da doutrinação sistemática da sociedade. E mostrar porque o próprio NYT o considerou a mais clara voz da dissenção da história americana.
- Muitas coisas aconteceram nos últimos 40 anos que foram alcançadas por muitas pessoas diferentes que trabalharam juntas ou paralelamente de maneiras diferentes, mas muitas vezes interagindo. Acho que o resultado final foi bastante substancial. Os Estados Unidos são hoje um país muito diferente do que eram há 30 anos. Poderia mencionar coisas específicas que foram alcançadas. Mas não sei se estou completamente satisfeito porque tudo que foi obtido foi parcial e ao mesmo tempo houve muita regressão. Muitas coisas estão melhor do que eram, mas não dá para se sentir completamente satisfeito.
- Tomemos o pecado original da sociedade americana, o que aconteceu com a população indígena. Em 1969, o principal estudo sobre história diplomática americana feito por um historiados muito bom, Thomas Bailey, descreve o que aconteceu depois da Revolução americana. Os colonizadores se voltaram para a derrubada de árvores e matança de índios, expandindo suas fronteiras naturais. Hoje, mesmo no país de Jesse Helms, você não sai por aí matando índios e árvores. Em 1969, minha filha estudava numa escola de Lexington, uma cidade de profissionais de classe média. Ela tinha um livro de História na oitava série e de curiosidade fui dar uma olhada para ver como eles lidavam com a questão dos massacres de índios. Para minha surpresa, o livro contava como os colonizadores esperavam os homens saírem e entravam na aldeia, matando mulheres e crianças. É muito positivo que essas coisas sejam contadas assim. Hoje, não há nenhuma região do país onde se possa enganar os alunos a respeito disso. O mesmo é verdade no caso da guerra do Vietnam. Só em 1966 é que começou a haver reuniões contra a guerra. Em 1965, não consegui que professores de Harvard assinassem um documento suave que criticava a guerra.
- Não, eles achavam que não tinha problema os EUA atacarem outro país. Quando Kennedy começou a bombardear o Vietnam do Sul não houve protestos. Na realidade, se você perguntasse aos professores de Harvard quando os EUA atacaram o Vietnam do Sul eles não saberiam do que você estava falando. Isto já não acontece. Nos anos 80, quando Reagan tentou fazer o mesmo na América Central, houve reação aqui dentro. Agora, no caso de um conflito com um inimigo mais fraco, não só tínhamos que derrotá-lo, mas tínhamos que fazê-lo rápido e firme porque o governo não encontraria mais apoio popular interno. Portanto, não podemos mais perpetrar longas guerras contra inimigos mais fracos, o que tem sido a base da história americana. Portanto, essa é uma mudança bastante radical em 300 anos de História, desde a década de 60. Escrito por Marcel Capretz às 11h57
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Isso vende... Fonte: Globo.com - 14/03/08
Quanto mais surtos de Britney Spears melhor para a economia americana. A popstar problemática se tornou um tesouro de US$ 120 milhões para os EUA, segundo um estudo da revista de negócios "Portfolio". De acordo com a matemática da publicação, os escândalos de Britney Spears são uma mina de ouro para o país. Entre janeiro de 2006 e julho de 2007, eles bateram recorde fazendo com que a moça aparecesse 175 vezes nas capas de revistas em 78 semanas, o que resultou em tal valor . Escrito por Marcel Capretz às 11h53
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Paulista precisa superar 'síndrome do 1º tempo' O Paulista precisa vencer à todo custo o Guarani, amanhã, às 16 horas, em Jundiaí, para afastar o fantasma do rebaixamento que passou a rondar o clube após as três derrotas nos últimos três jogos. E para vencer o Bugre, o Galo precisa superar um trauma que vêm lhe incomodando desde o início da competição: sofrer gols no primeiro tempo. Dos vinte e dois gols que a equipe levou no Campeonato Estadual treze foram na primeira etapa. Isso representa 59% dos gols. E dentre essas treze vezes em que foi vazado no primeiro tempo, o Galo sofreu oito gols nos quinze primeiros minutos de partida. "Armamos um esquema e o treinamos a semana inteira. De repente tomamos gols logo no início do jogo e tudo cai por terra", lamentou Giba, técnico do Paulista. Em sete partidas que sofreu gols no primeiro tempo o time jundiaiense saiu de campo derrotado; na estréia contra o Rio Claro, o Paulista sofreu um gol aos sete minutos e perdeu o jogo por 2 a 0. Na partida seguinte, foi derrotado pela Ponte Preta por 2 a 1, com um gol sofrido logo aos quatro minutos. Na terceira rodada, no Morumbi, André Santos, lateral-esquerdo do Corinthians, marcou um gol aos vinte e oito do primeiro tempo e o Timão bateu o Galo por 2 a 0. Na quinta rodada, contra o Guaratinguetá, o Paulista perdeu por 2 a 1, sendo que o primeiro gol do Guará foi marcado por Jéferson logo no quinto minuto de jogo -após essa derrota, inclusive, o então técnico da equipe, Marcus Vinícius, foi demitido. Os outros três resultados negativos do Paulista, sofrendo gols nos primeiros minutos de jogo foram nas últimas três partidas; contra o Juventus, na Rua Javari, Kanu marcou aos quatorze minutos e o Galo perdeu por 2 a 1; contra o Ituano, o Paulista sofreu dois gols nos primeiros quinze minutos e foi derrotado por 3 a 1 e, enfim, no último final de semana, o Palmeiras marcou com > Alex Mineiro aos cinco minutos e Valdívia aos dezoito e bateu a equipe jundiaiense por 2 a 0. "Acredito que vêm faltando atenção ao nosso time. Não podemos mais vacilar, pois sofrer gol no início da partida quebra qualquer esquema. Fica difícil depois conseguir recuperar. É complicado buscar o resultado com o placar adverso", apontou o goleiro Adinam. E é tão difícil para o Paulista buscar o resultado com desvantagem no placar que em apenas uma partida a equipe conseguiu a vitória após sofrer gols no primeiro tempo. No dia 26 de fevereiro, no Estádio Dr. Jayme Cintra, em Jundiaí, o Sertãozinho marcou aos dez minutos com Tuto e ao trinta e quatro com Ricardo Lopes, mas o Paulista conseguiu a virada e venceu por 3 a 2. Contra o Santos, na estréia do técnico Giba, o Galo saiu atrás no placar - Alemão marcou aos trinta e três do primeiro tempo - e conseguiu apenas o empate. Escrito por Marcel Capretz às 14h16
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